quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Dia 18 - Eu Sou Filho do Mistério e do Silêncio

Tirar uma foto por dia:


Um dia seca e no outro chuva, vai entender! Brasília me surpreende com sua beleza nos detalhes mais simples como esse cenário pós chuva. Em um momento era caos, depois veio a calmaria, o canto dos pássaros e a umidade que todos estavam esperando

Talk que mudou a minha percepção:

eL Seed: A project of peace, painted across 50 buildings Esse talk fala não só da arte que pode unir pessoas, mas também da quebra de paradigmas e preconceitos, abrindo um espaço para um diálogo sobre as comunidades "carentes". Se conseguirmos aplicar essa visão as comunidades que temos aqui no Brasil teremos instrumentos para diminuir ou acabar com a desigualdade social. Vale muito assistir.

Ouvir pessoas que são apaixonadas:


"Eu sou maior do que era antes, estou melhor do que era ontem. Eu sou filho do mistério e do silêncio. Somente o tempo vai me revelar quem sou". Acho que essa é a parte da música que mais me marcou. Devemos ter a certeza de que somos melhores do que ontem e que todo dia nos renovamos e damos espaço para ter uma nova visão nossa e do externo. Ser filho do mistério e do silêncio é olhar para dentro, nessa forma desconhecida que guardamos em nós, há o silêncio que pode nos ensinar o que sempre esteve  dentro da gente. Somente o tempo vai me revelar quem sou, pois é com paciência e um passo de cada vez que garantimos a mudança concreta das nossas vidas. É uma poesia dedicada a força da mudança de vida <3

Pé na terra:

"vc não acredita em amor paixão, eu ainda acredito mesmo as pancadas que eu levei e que não foram poucas e nem suave." Foi parte de uma mensagem que recebi depois de lidar com uma situação complicada que estou vivendo. A verdade é que eu estou parando mesmo de acreditar, mesmo que seja isso que me mova, estou aos poucos perdendo essa crença. 

Quando eu estou em um relacionamento eu me dedico muito, faço de tudo para ela estar feliz, sou muito carinhoso e de vez em sempre sou intenso. O problema é que meu último relacionamento fez uma parte minha desacreditar no amor e isso é um saco porque paixão e amor basicamente movem a minha vida. Só que eu to cansado de me entregar sem ter reciprocidade e de achar que eu posso contar com alguém que quando eu mais preciso some. Não sei se é minha intensidade ou meu excesso de carinho ( que dá no mesmo que intensidade), mas to bem cansado de me magoar. Não estou dizendo que os relacionamentos que tive não valeram a pena, mas no final fica um buraco que não se dá para preencher. Ainda estou tentando descobrir porque quando lembro dos momentos bons que tive ao lado das pessoas dá uma tristeza e quando lembro daquele momento em que o relógio para e parece que você tomou a pior porrada da sua vida entra em um looping eterno que me faz reviver o que já passou sem que eu consiga sair daquilo.

Pensei muito nessa situação o dia todo e nessa minha bipolaridade de sentimentos achei um outro sentido nisso tudo, percebi que foi a primeira vez que coloquei a minha vontade a frente das minhas necessidades. Me senti satisfeito de pensar em mim primeiro. Aqui tem uma questão muito importante, descobri que não era persistente e isso me fazia perder minha identidade. Então pra mim foi uma conquista muito grande que compartilho aqui com vocês.

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