quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Dia 30 - Fechando o Ciclo

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Como diria Ana Carolina: é isso aí. Essa é a última postagem desse ciclo de desafios e posso dizer que mudou muito a minha vida. Tudo bem, não foram os 30 dias direitinho, mas foi uma construção que permitiu que eu tivesse mais noção sobre mim e me aceitasse mais. Quem acompanhou pode ver que eu mudei a forma de escrever o texto diversas vezes para tentar achar um melhor jeito de me expressar. Devo dizer que ainda não achei um jeito certo, mas vou me aprimorando :)

Talk que mudou a minha percepção + Ouvir pessoas que são apaixonadas:

Emilie Wapnick: Why some of us don't have one true calling Não podia terminar esse desafio sem antes expandir mais um pouco a minha percepção de mundo. Até o presente momento estava em uma crise existencial com o futuro. Sem saber o que eu poderia fazer da vida, qual área eu devia seguir, artes ou meio ambiente? Mesmo escolhendo uma área, qual delas seria? Educação ambiental, teatro, marketing, energias renováveis, dança? No momento estou tentando assentar as ideias, mas uma coisa é certa, me identifiquei muito com que a Emilie falou. Esperei muito tempo por um chamado do destino, a área certa para me especializar, mas acho que agora eu começo a seguir um caminho de múltiplas paixões que lá no fundo sempre quis seguir. 

Ouvi e observei diversas pessoas apaixonadas em diversas áreas, diversas personagens que se assimilam a mim e me fez ter certeza que a paixão realmente é o que move o mundo.

Pé na terra:

O que falar desse desafio? Aprendi tanta coisa, mudei tantos conceitos vi e revi a minha vida diversas vezes. Mergulhei profundamente em um auto conhecimento me lapidando cada santo dia, tentando entender e resolver a bagunça dentro de mim. Vi muitos desafios, mas não enxerguei obstáculos e sim oportunidades de crescimento. 

Vi novos desafio de transformação e a possibilidade de fazer o que eu quero e tenho vontade. Não é aquela frase de caminhão: " Nada é impossível". Mas sim, uma forma de enxergar concretamente meus limites e como posso vencê-los. Me dispus a fazer coisas que antes eu tanto queria e agora posso fazer e isso é maravilhoso pra mim. Então, caso vocês estejam pensando em fazer um desafio similar, façam! Se desafiem e vejam o quanto isso é maravilhoso.

 Vou fazer novos desafio e vou continuar com o blog, mas por enquanto vou deixar tudo assentar para saber em qual parte da minha vida posso me melhorar. Agradeço de coração a todos que acompanharam esse desafio, fico muito feliz pelo tempo e paciência que tiveram para ler os meus relatos. Muito obrigado mesmo.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Dia 29 - Reciprocitas

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Vermelho é minha cor favorita significa ação, movimento coragem, também significa raiva, paixão e amor. Na verdade as cores não significam nada, nós que atribuímos significado para elas. Num sentido filosófico mais profundo, podemos ver que cada situação pode ter diversos significados para diversas pessoas, da mesma forma que podemos re significar as coisas e as situações ao redor. 

Talk que mudou a minha percepção + Ouvir pessoas que são apaixonadas:

Sarah Kay: If I should have a daughter ... Eu adorei esse talk! Que visão, que pessoa, que expressão de si! Com certeza um talk que mudou a minha percepção de mundo. Seguir os passos apresentados por Sarah não é só uma coisa a mais para se aprender, mas uma nova forma de ver o mundo. Confesso que não gosto muito de escrever ( mas aqui estou), principalmente poesia. A forma como aprendi na escola me impediu de me expressar como eu queria, pois minha palavras são tortas e de um jeito torto não consigo me expressar diretamente ( que não sei porque considero reto), mas ao ver o trabalho dela de poesia falada me deu vontade de tentar. Assistam, e coloquem um inteiro de vocês em cada coisas que vocês fazem.


Pé na terra:

" Reciprocidade não se mede" Estou matutando sobre isso o dia todo. Pra mim a reciprocidade é fazer algo similar, com a mesma ou maior intensidade, que a pessoa fez pra mim. Uma forma de agradecer e demonstrar que ela é importante. Acho que por isso que meus relacionamentos deram certo e pelo mesmo motivo terminaram, falta de reciprocidade. Na verdade já penso nisso tem um bom tempo e não queria terminar esse desafio sem trazer essa questão que pra mim é substancial.

Para tentar entender essa danada dessa palavra fui buscar seu significado no dicionário, olhei diversos textos que falavam sobre o tema e perguntei a diversos amigos o que era reciprocidade para eles e tive uma quebra de paradigmas muito interessante. Então vamos por partes.

Realmente a maioria das pessoas tem quase que a mesma noção do que é reciprocidade, mas o interessante é que quando eu pedi exemplos, todos caíram em exemplos de relacionamentos amorosos ou de amizade. Quando perguntei se tem como medir a reciprocidade em uma relação, para minha surpresa, teve a resposta: A reciprocidade não se mede, se sente. E não é que ela tem razão! Não havia passado pela minha cabeça que é um sentimento, algo que deve ser sentido e não racionalizado.

Outra pergunta que eu fiz foi: E como saber se o que o outro sente é recíproco se ela não demonstra? E mais uma vez fiquei de cara com uma resposta. " É só perguntar" Simples, não é? Não havia parado para pensar nisso também. Eu avalio bastante os atos das pessoas para saber se o sentimento que eu tenho é recíproco, porém quando a pessoa é mais na dela não consigo decifrar e essa é a melhor forma de se fazer isso.

"Você não deve cobrar reciprocidade, mas sim perguntar se é recíproco. Uma coisa é diferente da outra". "Medir reciprocidade é coisa de gente insegura, pois as pessoas demonstram de forma diferente. Não é porque ela é distante que ela não goste de você. Só não sabe demonstrar". Depois disso descobri que sou imaturo em áreas da minha vida, mas não posso me sentir envergonhado por isso porque tudo é um progresso e a gente muda constantemente. Temos que nos colocar no lugar do outro e pensar que existe uma diversidade de formas de se expressar que podem ou não serem parecidas com as nossas, mas não quer dizer que o sentimento não seja recíproco e sim diferente.

Acho que depois de conversar com meus amigos, consegui finalmente entender o que é e como lidar com a reciprocidade e consegui ter uma visão mais ampla e expandir minhas concepções em relação a outras pessoas. Agradeço de verdade a paciência e o tempo de cada um que me ajudou a entender isso.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Dia 28

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Minh'alma por dentro tem esse formato, cansei de ignora-la e resolvi assumi-la. Ignora-la é o mesmo que ignorar minha alegria, meu poder de transmutação e a habilidade de prover o riso para as pessoas. Minha maior arma de mudança mundial se chama o riso, se eu posso fazer brotar um sorriso em você minha missão está completa. Pois a alegria transforma, deixa tudo mais leve e sutiliza as dores do mundo. Uma das habilidades que pouco exploro é que quando eu estou triste consigo me fazer feliz novamente sem perceber. Por que então não fazer o mesmo com os outros? Assumo meu lado criança, palhaço com ou sem graça que tem o objetivo de fazer sua vida mais feliz nem que seja naquele momento. Posso não ser engraçado o tempo todo, mas quando precisar eu vou estar lá para lhe fazer sorrir. Me acompanha nessa jornada?


Talk que mudou a minha percepção:

David Steindl-Rast: Want to be happy? Be grateful Já tinha visto esse talk antes, mas é sempre bom relembrar que a teoria do caminho da felicidade é bem fácil ( já a prática é outros 500).  É uma verdade que pessoas gratas são mais felizes, até porque você nunca viu uma pessoa grata infeliz. A questão é, como podemos ser gratos o tempo todo para sermos felizes o tempo todo? Temos que deixar uma coisa clara, a gratidão é feita de oportunidades e as oportunidades residem no presente. Não só isso, " a oportunidade é o presente do presente" então nada de remoer o passado. Após termos isso em mente devemos seguir esse três passos: Pare. Olhe. Siga. Mas para isso é preciso entender primeiro esse talk. :)

Ouvir pessoas que são apaixonadas:


Apesar de, na minha opinião, ele fazer merda pra casseta, Barry Allen tem seus momentos de lucidez. O fato dele querer ajudar a todos e dar a vida para as pessoas faz ele ser um herói, mas se culpar pela morte da mãe é algo que ele faz com maestria. Mas chega um momento, fim da temporada para ser mais específico, que ele volta a si e se transforma no herói que ele sempre foi. Então esse espaço é para você Barry que mesmo fazendo merda, assume suas responsabilidades e não foge dela.

Pé na terra:

Está na hora de deixar coisas para trás. Durante essa experiência toda do desafio, percebi que tem coisas que não cabem mais em mim. Não há mais espaço para linhas de pensamentos antigas e sentimentos que não fazem mais sentido no que vivo atualmente.

Está na hora de deixar de prestar atenção no que os outros pensam de mim, mesmo que eu goste de sua presença e que sejam importantes para mim. Mas vejam bem, eles não são Eu. Eu sou eu e mais ninguém sabe ser eu. Então para eu ser eu, tenho que deixar de ser os outros.

Está na hora de deixar a sensação de que não estou fazendo nada de útil, meus "tenho ques", peso na consciência e culpa. Pareço uma pessoa  foragida que tenha sempre fugir por um crime que nunca cometeu. Não dá mais para me culpar por nada e isso é uma das coisas mais difíceis que tenho que deixar ir, mesmo sem saber o porque disso estar tão presente na minha vida.

Na mesma sensação, está na hora de parar de me maltratar. Acho que todos merecem uma nova chance quando erram  e eu não sou diferente. Mesmo com os erros banais do dia a dia, não é sadio se maltratar. Tenho que ter paciência e aceitar meu erro, afinal de contas não sou perfeito e não preciso ser.

Cobrança dos familiares em todos os quesitos da minha vida devem parar já. Cada pessoa tem um pitaco para dar na sua vida, mas só você é você e só você sabe o que é melhor pra você. Tendeu?

Essa é a hora de me aceitar sem colocar metas ou datas para me modificar, mas ter a consciência de que a cada quesito desses que cumpro uma melhor versão de mim nasce.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Dia 27 - Um Típico Domingo

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Fazia um tempinho que eu não ficava em baixo dessa árvore deixando os meus pensamentos passarem como o vento. É um refúgio tranquilo que me faz refletir as diversas coisas que acontecem comigo e ainda me conecta com a natureza. Então eu fiz um trato com a árvore hoje, ela me fornece sobre e esclarecimento e eu a ajudo retirando o lixo que as pessoas sem noção jogam em volta e no caminho que eu faço para volta de casa. Acho que assim nós dois saímos ganhando.


Talk que mudou a minha percepção:

Hetain Patel: Who am I? Think again Que talk divertido! Não vou falar muito sobre o que acontece nele senão perde a graça, mas ele traz uma mensagem muito relevante que eu não tinha parado para pensar. Sempre gostei de imitar personagens caricatos na minha infância e faço isso até hoje. Aprendi a imitar o Zé colmeia com o meu pai, depois Clodovil e assim em diante até eu começar a crias minhas próprias personagens. Só que cada criação minha é baseada na imitação de outros e as vezes eu me acho uma costura de diversos tiques de diversas pessoas. Dependendo do tom que uso me lembra uma ex ou um amigo próximo com quem aprendi. Descobri que a minha autenticidade se dá por meio das lembranças que trago e reproduzo dos outros, sendo assim eu sou centenas de pessoas em uma só.

Ouvir pessoas que são apaixonadas:

 

As vezes só a música pode traduzir um sentimento. As paixonites platônicas eu dedico essa música, afinal  não é porque você gosta de uma pessoa que você tem que falar pra ela e começar um romance. Nutrir um sentimento por alguém nos transforma e nos faz mais sensíveis as coisas a nossa volta e as vezes precisamos sim ser mais sensíveis e ter melhores percepções, mas será que precisamos estar com outra pessoa para isso acontecer?

Pé na terra:

Hoje foi um dia bem parado então aproveitei para fazer aquilo que eu sou realmente bom. "Estudar? Cuidar de você? Aprender uma nova habilidade?" Não. Futucar minhas paranoias. Cara, isso eu realmente sou bom em fazer. Pode parecer algo estranho ou até estressante de se fazer, às vezes é mesmo, mas também é bom. É uma boa oportunidade para dar um upload na evolução espiritual, adquirir umas skills de pensamentos diferentes e rever alguns conceitos que precisam ser trabalhados. 

"Então qual é o tema de hoje?" Que bom que você perguntou caro leitor!Comecei a perceber que não estou mais agindo como antigamente. Na maioria das vezes é bom, mas sinto que perdi alguma coisa no meio do caminho por conta de pessoas que passaram na minha vida, levaram alguma coisa e não devolveram mais.

Mas o que exatamente? Eu gostava muito de demonstrar o quanto eu apreciava as outras pessoas, de demonstrar afeto e o quanto elas são importantes para mim. Mas chegou um momento em que eu deixei de fazer isso, muitas vezes por falta de reciprocidade. Comecei a ficar cansado de demonstrar interesse e passei a esperar que as pessoas se interessassem por mim.

Teve seu aspecto positivo, pois quando eu demonstrava, acabava me abrindo demais para as pessoas e não tinha o prazer da conquista, de conhecer com o tempo e do merecimento de saber parte da minha vida. Mas por outro lado me tornei uma pessoa meio fria, perdi o interesse de saber sobre os outros e de ter empatia. É isso que eu sinto falta e vou tentar recuperar. Nem todo mundo consegue enxergar as pessoas além da aparência, olhar no fundo dos olhos e ver a alma. Eu tenho essa habilidade e não quero perder :)

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Dia 26 - Desculpe o Transtorno, Preciso Falar Sobre Expectativas.

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Carta de número 12 do baralho cigano. "Tudo na sua vida vai dar certo. Cada coisa tem seu tempo. Não sufoque seu parceiro com ciúmes, seja livre com ele"


Talk que mudou a minha percepção:

Erin McKean: Go ahead, make up new words! Por que não podemos inventar novas palavras? Se somos incentivados a criar novos sons, significados e pensamentos qual o problema de criar uma nova palavra? Nem uma regra serve para ser imposta para sempre algumas vezes haverá uma exceção, exceto as leis da natureza (eu acho). Recomendo assistir esse talk. 

Ouvir pessoas que são apaixonadas:

"Tio, você pensa de mais. Você sabe que está no caminho certo e mesmo assim fica esperando que as coisas deem errado, não pode! Quando você pensa muito. você acaba que não faz nada. Então pensa menos e age mais. E não se preocupe com as coisas que estão por vir, tudo vai se resolver" Pedrinho do Rio. Essa foi uma mensagem que uma das minhas crianças me falou hoje. Não tem como não amar a sabedoria desses seres de luz que vem com a simplicidade das crianças transmitir aquilo que mais precisamos na hora certa. Amo muito todos vocês meus moleques, estejam comigo nos momentos bons e ruins. Feliz dia das crianças <3 

Pé na terra:

Desculpe o transtorno, preciso falar sobre expectativas. Odiadas por uns, adorada por outros as expectativas quando criadas tem o poder sobre a mente humana. Agora que deixei de filosofar vou mandar a real. Expectativa é uma erva daninha que quando se instala não há poder de reza brava que a tire da nossa cabeça. E por que isso me incomoda tanto? Porque eu sei o quanto faz mal cultivar uma coisa que não é verdade. Tentar controlar os outros mesmo que inconscientemente só nos mostra o quanto precisamos buscar sermos completos sem a ajuda de um terceiro. 

Acredite se quiser, mas se tivesse uma mandinga para a gente parar de criar expectativas eu já estaria fazendo a muito tempo! Mas,  por que é tão complicado se livrar ou evitar essa marvada? E por que a gente age dessa forma? No meu caso, quando eu crio expectativa, imagino um futuro utópico onde a pessoa vai me fazer feliz e eu também vou fazê-la feliz. O pior não é só criar expectativas em cima de uma pessoa, é criar em cima de você! Você se força a ser o melhor, a dar o seu melhor mesmo sabendo quais são os seus limites e espera, por obrigação, que a outra pessoa faça o mesmo. " Nossa, você faz isso mesmo? Que pessoa ruim!" Tá bom. Como se eu fosse o único, a diferença é que estou admitindo isso agora, reconheço que tenho um defeito e vou trabalhar em cima dele para mudar. Parece que a gente está no meio de um oceano de incertezas e ansiedades que nos sufoca e não tem para onde fugir.

O que fazer então? Como diminuir as expectativas (até porque acabar é um processo um pouco mais complexo)? Tem um paragrafo de um site que achei bastante interessante: " Em primeiro lugar devemos agir como quem resolve limpar um quarto sujo, fechado há muito tempo. Você abre as janelas, as portas, permite que a luz do sol entre e revele cada canto encardido, cada parede mofada, cada pedaço de chão imundo. O susto é inevitável e a sensação de impotência também." Não tem jeito meus queridos, se queremos consertar algo, temos que mexer dentro de nós. Temos vários questionamentos sobre expectativas X relacionamentos (de qualquer tipo), porém antes de levantarmos essa questão é necessário que saibamos os limites desse sentimento que incomoda.

Devemos sempre estar abertos para as experiências que aparecem. Sempre esperando o melhor, pois, segundo a lei da atração, tudo o que pensamos se realiza. Inclusive aquilo que está enraizado no nosso subconsciente. Por fim, finalizo com esse paragrafo que resume bem o que podemos fazer, lógico que não é fácil, mas precisamos começar de alguma forma: "Portanto, eu deixo de esperar qualquer coisa do outro quando finalmente entendo que é preciso enxergar o que me habita, o que está vazio, o que precisa de cuidado e de respostas honestas. É deixar que a luz do sol invada o quarto para começar a limpeza até que tudo esteja em ordem, os móveis no lugar, a sujeira removida. É projetar consciência sobre a inconsciência. Só assim poderei enxergar a relação com isenção suficiente para, sem cobranças, sem projeções, assumir até que ponto eu quero ficar ou ir embora, caminhar junto ou abrir mão. Essa escolha é sua."

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Dia 25 - Da Janela Lateral

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"Da janela lateral do quarto de dormirVejo uma igreja, um sinal de glória
Vejo um muro branco e um vôo pássaro
Vejo uma grade, um velho sinal"

Uma das minhas músicas preferidas e que fala muito sobre mim, ainda não descobri o porque, mas tenho uma conexão boa com ela.

Talk que mudou a minha percepção:

Eleanor Longden: The voices in my head Reprimir emoções pode levar a doenças extremamente profundas e de difícil cura, mas não quer dizer que é impossível. Quando cercado de pessoas que apoiam, os pacientes podem sim dar a volta por cima e terem novamente uma vida normal. O melhor jeito de se curar e se prevenir e enfrentando suas emoções, deixando fluir tudo que está preso e confiar que as coisas vão melhorar. Eu sei, é muito difícil, mas quando aceitamos vemos que não é tão aterrorizante como pensamos. Falo por experiência própria :)

Ouvir pessoas que são apaixonadas:



Porque não uma canção de amor? Aproveitando o show maravilhoso do Skank, Paralamas e Nando Reis que vi ontem e vai ficar marcado por muito tempo. Escutem essa música com som que consiga ocupar todo o ambiente e com os olhos fechados. Você vai transcender nesse ritmo. 

Na boa, fui criado no rock nacional, samba e MPB então sei muito bem que as músicas brasileiras tem qualidade. Se você pensa naquela pessoa, dedique essa música para ela. No meu caso, é só para sentir o ritmo dela mesmo.


Pé na terra:

Por que que eu tenho que deixar de fazer ou estar com alguém por causa de uma pessoa? Na boa, ninguém é obrigado a estar com a outra pessoa que não queira, muito menos se limitar porque vai magoar os sentimentos dese alguém. Quando você deixa claro aquilo que quer e não volta atrás, não há motivo nenhum para se envergonhar ou se privar de estar com outras pessoas. Já basta sermos limitados por nós mesmos ainda temos que ser limitados por outros? Pode parar! Por mais que essa frase seja nova para mim, amor próprio é tudo. Você não vai ser filha da puta por viver a sua vida e achar que a outra pessoa vai se sentir mal por seguir em frente. Como diz Pop da série Luke Cage: Em frente, sempre. Complementando com o mestre da sedução Barney Stinson (sim, eu citei How I Met Your Mother de novo): New is always better. Ah, mais você vai esquecer do passado? Não é isso, quer dizer que você está muito bem com o seu passado e pretende seguir em frente, até porque não tem outro caminho a seguir.

Então dica do Matheus para uma vida melhor: siga em frente olhe para o lado. Se liga no mestiço na batida do cavaco e se melhore sempre. Se liberte das pessoas que te prendem ou que você prenda, mesmo se ela for aquela que lhes escreve agora.

domingo, 9 de outubro de 2016

Dia 24 - Não Pare de Dançar

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"Suena la clave. Suena el bongo. El ritmo con tumbadora. Y el timbalero mayor". Uma das minhas paixões é dançar. Quando você dança, você entra em conexão com a outra pessoa e compartilha aquele momento. Quem ainda não fez nenhum tipo de dança, eu recomendo. Mudou minha vida!

Talk que mudou a minha percepção:

Malcolm Gladwell: Choice, happiness and spaghetti sauce Pare um pouco para entender a genialidade desse talk. Ele não fala somente de molho de tomate e outras "futilidades" da indústria alimentícia. Mas sim encontra um ponto de revolucionar o conceito de satisfação e felicidade das pessoas a partir dos dados que temos. Não é olhar para uma visão universalista e sim entender a variedade dos sentimentos humanos. Tentem ver de forma aberta e você vão perceber o quanto esse talk é genial e depois, se quiserem, comentem aqui o que acharam.

Ouvir pessoas que são apaixonadas:

Eu presenciei diversas pessoas que são apaixonadas pela dança, vi sorrisos e olhos brilhantes de pessoas que realmente estavam se divertindo enquanto dançavam. Entendam, a dança é uma conexão que fazemos com a outra pessoa, é se conectar com um desconhecido conduzindo ou deixando ser conduzido no ritmo da música. Quando você percebe isso a dança se torna muito mais prazerosa. E quando você encontra um parceiro de dança que está na mesma sintonia com você, se torna muito mais rica a experiência. A dança mudou muito a minha vida, fiquei menos tímido e mais solto e com certeza mais feliz. 

Pé na terra:

Não deixe de lado aquilo que você gosta de fazer, mesmo que seu tempo esteja apertado ou que você esteja desanimado de algo lembre-se que foi por algum motivo que você escolheu fazer aquilo e por algum motivo isso te dá prazer. Vá e faça, saia do círculo de conforto, arrisque-se. Você vai ver que vale muito.

Sim, é complicado começar e é um exercício diário que você tem que fazer, mas senão fizer uma hora vai se arrepender de não ter tentado e com certeza isso é muito pior.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Dia 23 - Deixa Ser

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Nossos caminhos são definidos pelas nossas escolhas. a partir do momento que definimos o que queremos vemos a pista sem obstáculos para seguir o sonho.

Talk que mudou a minha percepção:

Isaac Lidsky: What reality are you creating for yourself? Já é uma verdade para mim que o medo distorce a nossa realidade, mas não a realidade presente e coletiva que a gente vive e sim a nossa própria visão de realidade. Como somos pessoas complexas e diferentes, a formas complexas e diferentes de lidar com os impulsos que recebemos. Se deixamos o medo agir ele limita a nossa visão e cria uma realidade de contenção que te limita. A resposta está em tomar o medo e entendê-lo para que a nossa visão de mundo vá além. Excelente talk.

Ouvir pessoas que são apaixonadas:




"Deixa ser
Deixa nascer
Deixa a roda girar
Seja por amor
Na alegria
Na tristeza
Vem comigo ser meu par!"

Liberte-se, seja quem você é de verdade. Não sabe quem você é? Comece a procurar. Qual o caminho? Pare e ouça o seu coração. Não há mal nenhum em querer colocar seus sentimentos a frente da sua vida, isso não te torna egoísta, te dá poder e a certeza de trilhar seus próprios caminhos. Se ame, se permita sempre!

O Teatro Mágico sabe o que fala. Sua poesia em forma de música já mudou muito dos meus conceitos e não é à toa que hoje é a minha banda favorita <3 

Pé na terra:

Hoje eu li uma coisa que me deixou muito chateado, "ah, se os homens soubessem...", "se eles prestassem atenção", " se eles fossem mais sensíveis". Estou cansado desse discurso de que o homem é uma porta sem sentimentos que só busca saciar sua vontade incontrolável de sexo e objetificar as mulheres. Então vou esclarecer DE UMA VEZ POR TODAS porque essa generalização me deixa chateado.

Não demonstramos carinho ou não somos sensíveis porque nós não sabemos como ser. A vida toda fomos obrigados a suprir nossos sentimentos, demonstrar que somos fortes, negar os questionamentos do coração e mais uma caralhada de coisas só porque nós somos homens e não temos o direito de sentir. Então, quando você suprimi seus sentimentos e não os reconhece você acaba não reconhecendo no outro também. Sou até pretensioso ao dizer que os homens vivem menos porque não conseguem expressar suas emoções, entram em doenças psicossomáticas e morrem prematuramente.

" Homem não se importa em fazer surpresas" Moça, se você soubesse o quanto manter uma relação é importante para a gente você não falaria esse tipo de coisa. Quando a gente gosta mesmo a gente faz e faz com gosto. Pode não ser uma surpresa do jeito que você imagina, mas saiba que se você precisar de alguma coisa, a gente atravessa o inferno à nado (se lá existir água) para estar presente nos momentos principais. 

" Não gosto de homem ciumento" Quem gosta de alguém que morre de ciúmes? É ruim tanto para você que se sente limitada, quanto pra gente que gasta uma energia desnecessária imaginando coisas. " Ah, mas vocês não confiam na sua parceira?" Confiamos sim. A questão não é você, é o outro cara (imaginário ou aquele seu amigo de muito tempo) que é melhor que nós, que te conhece a mais tempo, que sabe do que você gosta e que tem mais chances de sucesso com você do que a gente. Sim, é insegurança, mas nós não podemos falar isso porque somos homens e homens tem que se mostrar dominantes e superiores (percebam a ironia nessa última sentença)

"Homem é tudo igual" Essa frase me mata! Ninguém é igual a ninguém, cada um tem suas particularidades e se você tem a visão de que todos os homens são iguais é porque você não presta atenção nos detalhes de cada um de nós ou então você não está aberta a ver essas particularidades e é mais fácil pra você generalizar e sair falando para o mundo todo que nós não temos individualidade, que somos qualquer um, que podemos ser substituídos a qualquer momento. Gostamos de saber que somos importantes na sua vida, que quando você precisar você vai nos chamar e nós iremos te ajudar (leia-se importante, não essencial. Há uma grande diferença).

Por fim, essa parte do texto tem o objetivo de fazer vocês pararem para refletir o por que agimos de tal forma ou tal jeito. E é um apelo para parar de generalizar ( generalização não é boa para nenhum dos lados) porque sim, somos todos diferentes e perceber isso faz com que você perceba um universo totalmente distinto do seu e é aí onde mora a beleza das relações.

P.S: Pode parecer rude, mas...Se você só se relaciona com homens babacas, sem sentimentos e que não ligam para o que você pensa ou sente está na hora de procurar em outros locais ou outro tipo de homem que te atrai. A frase pode ser clichê, mas geralmente o homem que pode te fazer feliz está  mais perto do que você imagina e você o chama de amigo. Não que não exista relação de amizade entre os gêneros, mas quando você de cara impõe uma amizade sem dar espaço para crescer algo mais, você pode estar perdendo a chance de ter uma experiência incrível.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Dia 22 - Dentro dos Números

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"A Matrix está em todo lugar . É tudo que nos rodeia. Mesmo agora, nesta sala. Você pode vê-la quando olha pela janela, ou quando você ligar sua televisão. Você pode sentir isso quando você vai para o trabalho, quando você vai à igreja , quando paga seus impostos. É o mundo que foi colocado diante dos seus olhos para cegá-lo da verdade."

Talk que mudou a minha percepção:

Marina Abramović: An art made of trust, vulnerability and connection acabei de colocar na lista mental de um dos melhores talks já vistos até hoje. Marina Abramovic é famosa por suas performances ao longo do mundo. Acompanhei superficialmente a história que ela contou de um de seus trabalhos, mas não sabia da história depois do ocorrido. Particularmente eu não gosto de performance, acho que é porque as que vi não me instigaram de nenhuma forma ou pelos próprios temas sugeridos dos trabalhos, mas esse conceito dela me fez rever meus próprios conceitos quebrando um preconceitos que tenho com artes performáticas. Quem sabe agora não vejo esse trabalho com outros olhos? Assistam!

Ouvir pessoas que são apaixonadas:


Depois de muito tempo, hoje assisti A Nova Onda do Imperador. Sinceramente, eu adoro esse filme! Sendo assim, dedico esse espaço ao Pacha. Esse camponês com jeitinho brejeiro (segundo Cuzco) traz uma paixão enorme pela sua comunidade e sua família, fazendo de tudo para salvar seu lar ao ajudar o imperador a voltar a sua forma humana (não vou fazer a sinopse do filme até porque quase todo mundo já assistiu). 


Pé na terra:

Acho que nossos sentimentos e a forma como vemos o mundo fazem parte de uma "programação" maior que nos mostra como viver e o que fazer durante a vida. Como gosto de ver os dois lados da moeda tenho duas visões sobre isso. A primeira, que todos podem ter também, é de uma falta de liberdade. Como se tivéssemos destinados a trilhar um certo caminho por toda aquela existência terrena sem podermos sair do programa principal que rege a nossa vida. A sociedade insere "dados" novos todos os dias para impedir que tenhamos pensamento próprio, há uma certa alienação impedindo de vivermos como quisermos, illuminati, conspiração e tudo mais.

Mas também tem uma outra visão, antes mesmos de nos inserirmos na sociedade, como se fosse um código fonte que vem ao nascermos que diz o nosso modo de lidar com os impulsos exteriores e como sentimos cada coisa dentro da gente. Esse "programa interno" quase não é trabalhado e é necessário um certo conhecimento interno para nos conscientizarmos dele. 

Dia 21 - O Relógio Está Correndo

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Esse é um calendário semanal de uma vida de 90 anos. A semana começa quando você nasce e a cada dia da semana você vai preenchendo um quadrado desses. Comecei a fazer por conta do TED talk que coloquei na postagem de ontem e pretendo continuar para ver onde vai dar.


Talk que mudou a minha percepção + Ouvir pessoas que são apaixonadas:

David Kelley: How to build your creative confidence  Esse talk traz uma questão muito séria sobre as barreiras que temos para sermos pessoas criativas. Comentários de familiares, amigos ou até mesmo pessoas desconhecidas podem acabar com um fluxo criativo de uma pessoa e impedir que ela desenvolva algo que seja de seu interesse. Quantas vezes deixei de fazer coisas por comentários de terceiros. Quantas vezes já desisti de projetos e tive medo de falhar porque lá atrás fui drenado na hora de desenvolver algo. Esse talk também, trás o amor a criatividade, dar forma, criar e recriar. David seguiu sua paixão de ajudar as pessoas a se tornarem mais criativas. Qual é a sua?


Pé na terra:

Tive percepções profundas ao fazer esse calendário proposto pelo TED talk de ontem (se ainda não viu é só clicar aqui). Percebi que pintar esses quadradinhos é um saco, são muito pequenos e muitos deles já foram preenchidos, o que me deu uma noção bem assustadora do tempo da minha vida que já passou. Em contra partida, como você pode ver na foto, ainda há muitos quadrados para serem preenchidos, então eu ainda tenho algum tempo para continuar as minhas mudanças internas.

Percebi também que estou muito ansioso para chegar a linha final, querendo desfrutar de todos os resultados e sucessos da minha vida, acelerando o máximo possível minhas mudanças para que eu chegue mais rápido à felicidade. Isso está sendo um grande estresse para mim, pois me pressiono tanto a conseguir as coisas que acabo ficando com raiva, decepcionado e confuso sendo que não preciso desse nível de cobrança para atingir minha felicidade. Aliás, minha energia e minha felicidade estão sendo drenadas por conta dessa pressão mental que vivo. Então depois de respirar fundo algumas vezes, comecei a me desacelerar, e foi a primeira vez que tive um momento longo que me senti inteiramente no meu corpo. Não entendeu? Vou explicar. Normalmente eu sinto uma falta de sensibilidade em toda parte do corpo, como se eu estivesse vestindo uma roupa um pouco mais folgada e alongada e isso faz com que eu não esteja 100% presente no momento. Então quando desacelerei tive a sensação de estar no meu corpo por um período maior de tempo do que tenho normalmente. 

Esse calendário tem como objetivo ver o quanto de tempo já passou e evitar que procrastinemos nos nossos objetivos, porém ele me mostrou que não preciso acelerar para chegar no resultado final. Agora tenho um pouco mais de consciência sobre o tempo que posso ter e como aproveitá-lo da melhor forma.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Dia 20 - ''Larga Ticha"

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Não existe nada melhor para dar um up no seu sitema do que fazer o que você gosta com pessoas divertidas e legais. ABRAPEC é o lugar onde tem os dois. Pensa num povo animado! Todo fim de mês nós comemoramos o aniversário dos usuários da casa e cada aniversário para eles é uma conquista, por está vivo após superar o câncer. Mas você acha que eles ficam chorando no canto e lamentando a vida? Não mesmo! Qualquer um ali daria a maior lição em todos nós. Que é celebrar o fato de você ter energia, disposição e vitalidade além de parar de reclamar de barriga cheia. Amo esse lugar e amo esse trabalho. " Me joga na parede e me chama de larga ticha!"

Talk que mudou a minha percepção:

Tim Urban: Inside the mind of a master procrastinator  Parece que esse cara me entende. Um dos melhores talks que eu já vi. Não sei se foi pela simples explicação, pelo humor ou pela validade da informação, mas tudo que ele falou é pura verdade. Uma coisa que não tinha percebido é que existem dois tipos de procrastinação e isso me fez pensar em todas as vezes que procrastino na vida, cerca de uma ou duas vezes por dia, percebendo que em todas as vezes o sentimento de ser espectador da sua própria história é algo que está muito presente. Uma das coisas que me fez acordar foi o calendário dos 90 anos, que mostra as semanas durante uma vida de 90 anos e essa pode ser a solução para diminuir com a procrastinação. Vale muito assistir esse talk!

Ouvir pessoas que são apaixonadas:




Essa música fala por si só. Tem que erguer a cabeça e seguir em frente. Se tá escrito temos que ter paciência e esperar.

Pé na terra:

Ok, estou incomodado (Mas quando eu não estou?). Situações bestas que acontecem na vida faz com que aquele você não dê muita importância no começo, mas lá no fundo começa a te incomodar e vai crescendo e crescendo até você extravasar. Era para eu estar ligando? Não. Era para eu estar com raiva? Também não. Então por que caralhos me incomoda? Eu não sei. Só sei que não é legal e pretendo acabar com isso já.

O pensamento é uma coisa traiçoeira, ele sai lá do subconsciente, onde você nem lembrava mais que o cidadão estava lá e vem caminhando com tranquilidade até instalar o pânico no sistema todo. O que fazer nesse caso? Para, respira, veja o que está te incomodando e coloque para fora, ou crie um blog.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Dia 19 - Dia de Felicidade

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"Cosme e Damião, Damião cade Doum. Doum está passeando é no cavalo de Ogum" Dia de Cosme e Damião não serve só para encher o bucho de doces, mas também serve para lembrar que todos temos uma criança interior e que levamos a vida sério demais. Vamos refletir se a vida precisa ser séria dessa forma ou se é uma condição que nos colocamos.

Talk que mudou a minha percepção:

Phil Hansen: Embrace the shake Esse talk é muito legal! Abraçar uma limitação pode ser uma nova forma de expandir suas habilidades e te tornar único. 

Ouvir pessoas que são apaixonadas:

E como eu sempre digo e sempre direi...


A arte de fazer a outra pessoa rir vai além de fazer brincadeiras, trata-se de estar disposto a investir seu tempo (investir sim, porque não há nenhuma perda) em se conectar com outro ser humano, entender seus problemas, mesmo que superficialmente, e fazê-lo mudar de foco pelo menos naquele momento em que você está com ele. Fazer a outra pessoa enxergar o belo de gestos simples ou exagerados, de ver a graça nos momentos difíceis e mudar o foco do seu pensamento.

Tenho muito orgulho de ser palhaço e de expandir a alegria que te dentro de mim e ser presenteado com um sorriso sincero das pessoas que por mim passam. É um trabalho gratificante que te dá um toque mais humano e mais empatia pelo outro. Metade de mim é palhaço a outra metade também e uma terceira metade é mais ainda. Como diria Coringão: Na vida tudo muda, na vida tudo passa. Na vida tudo passa até muda de uva passa c):o)

Pé na terra:

As vezes o Universo é tipo um professor meio filho da puta que fica pregando peça e colocando peguinha na sua vida só pra ver se você entendeu a mensagem e se sua atitude vai mudar. Depois de reprovar algumas vezes na matéria de auto respeito, acho que estou começando a pegar o jeito da coisa (não vou falar que peguei o jeito, até porque não tenho a menor ideia do que está se passando na minha vida atualmente). Quando você toma uma decisão, surgem situações para provar se você está firme mesmo no propósito. Se você se deixa levar, sutilmente vai se contradizendo e acaba voltando a estaca zero. Então temos que tomar cuidado com as escolhas que fazemos porque é certo que haverão situações que vão perguntar: "você tem certeza queridinho?" e é nessas horas que temos que ter certeza mexxmo

Dia 18 - Eu Sou Filho do Mistério e do Silêncio

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Um dia seca e no outro chuva, vai entender! Brasília me surpreende com sua beleza nos detalhes mais simples como esse cenário pós chuva. Em um momento era caos, depois veio a calmaria, o canto dos pássaros e a umidade que todos estavam esperando

Talk que mudou a minha percepção:

eL Seed: A project of peace, painted across 50 buildings Esse talk fala não só da arte que pode unir pessoas, mas também da quebra de paradigmas e preconceitos, abrindo um espaço para um diálogo sobre as comunidades "carentes". Se conseguirmos aplicar essa visão as comunidades que temos aqui no Brasil teremos instrumentos para diminuir ou acabar com a desigualdade social. Vale muito assistir.

Ouvir pessoas que são apaixonadas:


"Eu sou maior do que era antes, estou melhor do que era ontem. Eu sou filho do mistério e do silêncio. Somente o tempo vai me revelar quem sou". Acho que essa é a parte da música que mais me marcou. Devemos ter a certeza de que somos melhores do que ontem e que todo dia nos renovamos e damos espaço para ter uma nova visão nossa e do externo. Ser filho do mistério e do silêncio é olhar para dentro, nessa forma desconhecida que guardamos em nós, há o silêncio que pode nos ensinar o que sempre esteve  dentro da gente. Somente o tempo vai me revelar quem sou, pois é com paciência e um passo de cada vez que garantimos a mudança concreta das nossas vidas. É uma poesia dedicada a força da mudança de vida <3

Pé na terra:

"vc não acredita em amor paixão, eu ainda acredito mesmo as pancadas que eu levei e que não foram poucas e nem suave." Foi parte de uma mensagem que recebi depois de lidar com uma situação complicada que estou vivendo. A verdade é que eu estou parando mesmo de acreditar, mesmo que seja isso que me mova, estou aos poucos perdendo essa crença. 

Quando eu estou em um relacionamento eu me dedico muito, faço de tudo para ela estar feliz, sou muito carinhoso e de vez em sempre sou intenso. O problema é que meu último relacionamento fez uma parte minha desacreditar no amor e isso é um saco porque paixão e amor basicamente movem a minha vida. Só que eu to cansado de me entregar sem ter reciprocidade e de achar que eu posso contar com alguém que quando eu mais preciso some. Não sei se é minha intensidade ou meu excesso de carinho ( que dá no mesmo que intensidade), mas to bem cansado de me magoar. Não estou dizendo que os relacionamentos que tive não valeram a pena, mas no final fica um buraco que não se dá para preencher. Ainda estou tentando descobrir porque quando lembro dos momentos bons que tive ao lado das pessoas dá uma tristeza e quando lembro daquele momento em que o relógio para e parece que você tomou a pior porrada da sua vida entra em um looping eterno que me faz reviver o que já passou sem que eu consiga sair daquilo.

Pensei muito nessa situação o dia todo e nessa minha bipolaridade de sentimentos achei um outro sentido nisso tudo, percebi que foi a primeira vez que coloquei a minha vontade a frente das minhas necessidades. Me senti satisfeito de pensar em mim primeiro. Aqui tem uma questão muito importante, descobri que não era persistente e isso me fazia perder minha identidade. Então pra mim foi uma conquista muito grande que compartilho aqui com vocês.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Dia 17 - Ninguém é Obrigado

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As vezes essa seca pode derrubar um candango facilmente, faz a boca rachar, transpirar horrores e mesmo assim continuar amando essa terra de céu azul. Só os mais fortes, calangos do cerrado, sobrevivem a essa seca.

Talk que mudou a minha percepção:

Elizabeth Gilbert: Your elusive creative genius Com certeza alguns já sentiram que no ápice do seu processo criativo parece que você está inundado com energias que você não sabe de onde vem. Sua força interior combina com certa energia do "universo" e te ajuda a concluir aquilo que você gostaria de transmitir. Se você já sentiu isso e se você trabalha criativamente precisa assistir esse talk.

Ouvir pessoas que são apaixonadas:


"Nossa Matheus, você está postando muito sobre How I Met Your Mother ultimamente!" Não é à toa meus caros, se eu quero ouvir alguém apaixonado falando essa é a fonte! Ted, se dedicou boa parte da vida a achar a mulher ideal para ele, tombou e se levantou não sei quantas vezes e chegou muito perto de desistir até encontrar a the one. Tracy, perdeu o amor da sua vida, se perdeu completamente em seus objetivos, se levantou e tentou superar todos as dificuldades de seu psicológico, resolveu acabar com a pobreza do seu jeito. Acreditava que só existia um único amor verdadeiro na vida até encontrar o Ted. Esse é mais um dos contos clichês que jogam pra gente para que consumamos a ideia de que o amor verdadeiro está lá fora e só basta esperar que ele aparece? Não! É um puta tapa na cara para acordarmos e ir atrás do que é importante. E no final eles vivem felizes para sempre? Não! Mais um tapa na cara! Essa série não só se trata de amor, mas também na vida como um todo. Mesmo que você tenha alcançado seus objetivos eles podem não durar para sempre e nos faz lembrar que o importante não é o destino final, mas cada experiência, cada riso, lágrima, pessoas que passam na nossa vida formam quem nós somos.  E é isso que faz esse casal especial, não devemos nunca desistir do que queremos e também chega uma hora que a nossa única alternativa é seguir em frente colhendo todas as escolhas das nossas vidas. EU AMO ESSA SÉRIE! 


Pé na terra:

Ninguém é obrigado a nada principalmente em um relacionamento. A pessoa não é obrigada a estar namorando com você seja por medo de se magoar ou por querer algo diferente na vida dela. Você não é obrigado a namorar uma pessoa para esquecer a outra. Nem mesmo é obrigado a estar em um relacionamento só porque sua família e seus amigos ficam te pressionando a estar com alguém. Chega de "tenho que" em nossas vidas optemos pelo " eu escolho". Carregamos um peso escroto colocado pela sociedade, pelas pessoas que convivemos e principalmente por nós mesmos. Isso suga a nossa energia e nos deixa depressivo sem vontade de ver as cores do mundo. 
Estou incomodado com várias coisas que estão acontecendo, seja comigo ou ao meu redor, mas ao invés de agir, eu faço uma lista do que me incomoda, problematizo, tento compreender e quando penso em tomar uma ação eu estou muito cansado ou a hora já passou. Dessa vez eu escolho tomar as ações necessárias para mudar o que me incomoda. Convido vocês a fazer suas escolhas também.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Dia 16 - A Arte que Nos Envolve

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Gostei desse poema. Todas as formas de expressar os sentimentos e as emoções são sempre bem vindos pra mim, pois uma coisa que não conseguimos explicar de forma clara surge em forma de arte para traduzir a nossa alma e nos conectar com quem entende a mesma sintonia.

Talk que mudou a minha percepção:

John Legend: "Redemption Song"  Todos merecem uma chance de mudança, não é de hoje que vem sendo discutido o problema do sistema prisional como um todo. Na maioria dos países é um lugar de afastamento da sociedade e não de reforma. Mas esse talk também levanta uma questão mais profunda, aqueles que encontraram a redenção acharam a liberdade dentro de suas mentes antes mesmo de serem pessoas livres. E nós? Temos a liberdade mesmo caminhando livres? Começar essa jornada traz mudanças não só em você como também mudanças profundas na forma como enxergamos o outro e como tratamos o mundo. Quando atingirmos a liberdade o mundo será um lugar melhor.

Ouvir pessoas que são apaixonadas:

Por que não falar também das coisas que eu sou apaixonado? Começando pelo teatro.


Sempre quis participar de aulas de teatro, lembro quando Néia e Nando se apresentavam perto de casa e me dava vontade de participar também (hoje eu agradeço por não ter entrado nessa companhia louca). Depois de muito sentir vontade e deixar pra lá, assistir mil vezes Os Melhores do Mundo, Barbixas e muitas outras companhias e peças, chegou o meu ensino médio e eu pude fazer a tão sonhada aula de teatro. Na época eu estava estagiando no STJ então, com muito orgulho, pude pagar. Quando eu pisei no palco pela primeira vez, uau! Muitos personagens, muitas histórias e várias pessoas assistindo. Suor, ansiedade, nervosismo e olha que nem estava tão bom assim. Eu finalmente senti que podia ser diferentes pessoas, ou melhor, diferentes versões de mim para dar vida a inúmeras personagens (sim, o artigo é feminino). Após as aulas de teatro acabarem, eu e meus amigos continuamos a fazer algumas peças no ensino médio, nada muito profissional. Quando entrei na UnB senti muita falta de fazer teatro. Parecia que estava alguma coisa faltando, foi então que conheci a Clarissa, meu primeiro amor de cabelo cacheado estava se formando em artes cênicas e não tinha ideia do que fazer após a formatura, mas queria muito dar aula. Então, montamos a nossa escola / produtora de teatro e cara, deu certo! Foram muitas apresentações, direções, atuações e projetos. Participei de mais de 12 peças, fora apresentações de cursos de verão. Fiz de velho ceifador da morte (como mostrado acima) a Freddy Mercury vestido de mulher, criei um palhaço e tive experiências maravilhosas em cima do palco. Apesar do namoro ter acabado a algum tempo, ainda mexo com teatro mesmo que nos bastidores e sou extremamente apaixonado por um dos melhores hobbies que já fiz na vida :)

Pé na terra:

Queria poder me expressar melhor. Não ter medo de rejeição ou de abandono pelas coisas que eu falo. É meio difícil lidar com isso, porque mesmo que eu queira alguma coisa eu acabo disfarçando e fujo completamente. É bem automático. 
Devo encarar meus medos por mais difíceis que pareçam apesar de não saber a origem deles. O lance é seguir em frente e não deixar se abalar. Meus medos não me definem.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Dia 15 - Tá Tudo Bem

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Dizem que mar calmo nunca fez bom marinheiro (no caso aqui é um laguinho) e também que nós temos altos e baixos na vida (tipo trabalho de recepcionista de elevador: Ok, não faço mais esse tipo de piada :P ), mas não sei se vocês já tiveram a sensação de estar em um momento estável da vida e sentir que a qualquer momento o "barco" vai balançar de novo. Isso não é uma sensação boa, diga-se de passagem, porque você implanta uma neura no cérebro que te prepara para qualquer possibilidade de mudança. Mas por via de regra, no momento está tudo bem (eu acho).

Talk que mudou a minha percepção:

Kio Stark: Why you should talk to strangers Esse talk traz uma proposta bem interessante. Falar com estranhos no meio da rua, mesmo que não tenha nada para falar. Já tinha pensado nisso algumas vezes até mesmo para vencer a timidez que eu tenho. Não sei se vocês já perceberam, mas nós temos um medo irracional de falar com outras pessoas. Será que seria um bom desafio para fazer mais pra frente?

Ouvir pessoas que são apaixonadas:


Sinceramente, estou me tornando mais fã da Jout Jout a cada vídeo. Ela sabe o que fala. Uma pessoa que liga a câmera e começa a falar coisas sobre o dia a dia e o que aflige ela tem que ter muita coragem e gostar realmente do que faz. Meus parabéns Jout Jout, você já me ajudou em diversos problemas sem nem mesmo saber disso.

Pé na terra:

As vezes eu acho que o Universo é uma vadia, porque acontecem coisas inexplicáveis com a gente e somos atingidos sem nem mesmo saber em qual direção. As vezes eu acho o Universo (= prana, axé, Deus, Jah, entre outros)  muito sábio, porque ele dá sinais sutis de que as coisas não estão indo bem, as vezes você percebe as vezes não, mas no fim sempre acontece o que tem que acontecer. Ao contrário do que diz no vídeo acima da Jout Jout, eu acredito sim numa força misteriosa que possa retirar (ou colocar) as coisas na minha vida. É certo acreditar nesse tipo de coisa? Sei lá! Posso estar exagerando sobre isso tudo? Com certeza! Mas até me dar conta disso tudo vai ser um loongoo caminho pela frente.


sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Dia 14 - Quero Ser Completo, Não Perfeito!

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"Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado
[sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe — todos eles príncipes — na vida…

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos — mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza." Poema em linha reta, Fernando Pessoa

Talk que mudou a minha percepção:

Barry Schwartz: The paradox of choice Tantas escolhas na vida não trazem liberdade, mas nos aprisionam e num mundo com muitas escolhas ficamos satisfeitos com nossa decisão por um período curto de tempo e depois nos sentimos culpados por ter feito a escolha que não era perfeita. Nunca havia pensado que com tantas escolhas acabamos não escolhendo nenhuma. Acho que é por isso que demoro a tomar certas decisões e quando tomo não me satisfaço.

Ouvir pessoas que são apaixonadas:

Acho que acabei saindo do foco proposto por esse tópico. Era para trazer os diversos tipos de paixões em diversas áreas, mas mergulhei num lado sombrio que não gostaria de continuar. Sendo assim, já que estou na pegada poética, fica aí um poema sobre o sentimento que nos move :)

"O AMOR, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...

Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
P'ra saber que a estão a amar!

Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..." Presságio, Fernando Pessoa


Pé na terra:

Quero ser completo, não perfeito! Chega dessa cultura de que temos que ser bons em tudo, doutores em áreas específicas e PhD's incontestáveis. Chega dessa cobrança de que temos que ter sucesso em todas as áreas de nossa vida sem nenhum erro aparente, porque se nós errarmos... nooosssaa não temos nenhuma competência mesmo! Estou cansado de fingir que sou perfeito, de ver outras pessoas fingirem que são perfeitas. De ter que ser bom de calculo à filosofia, de ter que saber trocar uma lâmpada à resolver problemas complexos humanitários. Somos estimulados forçados a fazer de tudo um pouco, mas com maestria poque senão não teremos sucesso. "Por que não posso fazer algo que eu gosto?" "Porque não dá dinheiro!" "Mas eu gosto!" "Foda-se, isso não irá te sustentar por muito tempo, você precisa de um emprego, carro, namoradx, vida descente!" DESCENTE! O QUE É DESCENTE PRA VOCÊ?! Seguir uma vida infeliz para manter a aparência do sucesso imposto pela sociedade? Não estou falando de uma profissão específica ou estilo de vida específico, mas da forma como as pessoas invadem a sua vida para dar opiniões vazias de sonhos deixados de lado. Quer fazer concurso? Faça! Quer morar sozinho? More. Quer fazer uma faculdade federal/ estadual/ privada? Vai e faz! Quer casar/ separar/ namorar ou nenhuma dessas alternativas? Be my guess. Mas não coloque o peso de suas expectativas frustradas em cima de quem está tentando se descobrir. Porque essa pessoas não viverá a vida dela e sim a sua. Então não, não quero ser perfeito, não quero fazer concurso, não quero fazer engenharia, não quero ser obrigado a estar com alguém, não quero mudar de curso (por enquanto), não quero "ter que" fazer alguma coisa e muito menos viver sua vida. O que eu quero é me descobrir, ser feliz e ser completo.