quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Dia 12 - Nuvem Passageira

Tirar uma foto por dia:


" Eu sou nuvem passageira, que com o vento se vai. Eu sou como um cristal bonito que se quebra quando cai." Não dá para negar a mudança de nossas vidas, não dá para negar que até o mais duro dos cristais sofre mudanças constantes. Temos sim que abraçar as mudanças e aprender com elas.

Ouvir pessoas que são apaixonadas:

A paixão tem seus dias bons e ruins. Certamente hoje não é um dia bom. Como eu falei ontem, criar expectativas é criar uma realidade paralela onde você tudo controla, o que é completamente diferente da vida. Apaixonar-se é fácil o difícil é amar, pois quando você ama é o momento em que você mostra que tem algo a perder, mostra a sua vulnerabilidade e dependência da outra pessoa. Mas não é uma situação ruim,  acreditamos que quando nos expomos seremos considerados fracos e seremos abandonados. Então vivemos num eterno embate sobre demonstrar nossos sentimentos e ser fracos ou guardar pra gente, mas ao mesmo tempo não vivenciar a experiência completamente.

Talk que mudou a minha percepção:

Shaka Senghor: Why your worst deeds don’t define you Ainda é difícil de acreditar que nossos pensamentos e atos do passado não nos definem. Se eles não nos definem, o que nos define então? Serão nossas crenças e valores? Mas quem não tem nada disso definido, como fica? É certo que não nos devemos apegar ao passado. Podemos pegar aquela experiência ruim, transmutar e transformar em algo bom e útil para nós, mas para isso é necessário uma intensa jornada de auto conhecimento.



Pé na terra:

Eu tenho problema em perdoar. Ufa! Admitir isso é mais difícil do que você pode imaginar. Eu tenho tanto problema em perdoar que eu me culpo por isso. Quando alguém faz alguma coisa que me magoa, eu não consigo perdoar facilmente e também não consigo me perdoar por ter deixado a situação ocorrer. Quando eu faço algo que me magoa eu não consigo me perdoar por ter feito aquilo comigo. Então eu entro em uma questão que realmente me tira a paz. Eu não consigo me perdoar facilmente e acho que isso é a pior coisa que pode acontecer com alguém. Um sentimento de culpa me invade e fala que eu poderia ter feito diferente, que eu poderia estar numa situação diferente. Mas quando peço exemplos do que poderia ter feito para minha mente eu não recebo uma resposta ou recebo uma que facilmente caí por terra. Entendam, a nossa mente é um artefato poderoso que pode tanto construir como destruir. Não sei se é por pressão social ou se é Karma, mas a verdade é que nós nos culpamos muito e culpamos as outras pessoas. Nos colocamos em situação de vítima para poder descarregar toda a insatisfação que temos. Há um ditado que diz assim: as pessoas a nossa volta são um espelho do que somos. Se eu não gosto de uma pessoa por determinado comportamento (isso vale para as pessoas que temos alguma conexão, não para aquela pessoa babaca que você passa por ela uma vez na vida) é porque esse comportamento está presente em mim também. Devemos reconhecer as nossas fraquezas e qualidades, reconhecer que ferimos e fomos feridos, reconhecer a nossa realidade e a partir desse ponto (e somente desse ponto) podemos, por escolha nossa, fazer algo para mudar. Não adianta ficar olhando para o passado achando que você podia ter feito alguma coisa diferente para modificar a situação, saiba que você fez o melhor que você pode com as ferramentas que você tinha. Chega de se culpar e de não se perdoar pelo que deixou de acontecer. Chega de deixar de perdoar outras pessoas pelos erros que ela cometeu com a gente. Como diz na imagem abaixo:


Devemos ser generosos tanto no corpo, quanto no coração e na mente, devemos ser tolerantes e fazer com que os nossos corações encontrem a paz onde quer que estejamos.



terça-feira, 30 de agosto de 2016

Dia 11 - Doar

Tirar uma foto por dia:


Isso não é uma foto que eu tirei mas significa muito pra mim. Foi o começo de uma caminha que não pretendo sair tão cedo. Foi graças a esse evento que descobri minha parte humana.

Ouvir pessoas que são apaixonadas:

Sábado o dia se tornou especial pra mim. Chegando na rodoviária vi uma van da ABRACE passando e fiquei me perguntando o que ela estava fazendo ali. Me lembrei que era o Mc Dia Feliz, mas o mais importante ainda, me lembrei que fazia 10 anos que eu estou no trabalho voluntário. Comecei no Mc Dia Feliz de 2006 com 12 anos e desde então não parei. Durante o trajeto de volta pra minha casa fui relembrando todos os trabalhos voluntários que já fiz, Mc Dia, Reiki, escotismo, eventos de grande impacto, Laços da Alegria, entrega de janta para moradores de rua, visitando orfanatos, creches, asilos em quase todo canto do DF. Percebi que se for colocar na ponta do lápis, a quantidade de pessoas que conheci, ajudei, fiz amizade, amei nesses trabalhos é imensa! Sinto um orgulho bom de lembrar tudo o que aconteceu, todos os dias que preferi trabalhar ao invés de ter lazer, dos fins de semana que investi em outras pessoas mesmo que seja para aliviar a dor ou levar um sorriso. Isso é de extrema importância para mim, pois sempre tenho o desejo de impactar a vida das pessoas, e por mais que eu não tenha o afinco de ir todo o fim de semana eu consegui fazer o meu melhor para o próximo.
Para aqueles que pensam entrar em um trabalho voluntário eu digo que você não vai se arrepender nenhum pouco. Para aqueles que estão trabalhando, mas acham que não impactam a vida das pessoas, pense um pouco. Tudo o que você já fez e todas as pessoas que você ajudou seja em um grupo ou seja sozinho, você fez uma diferença significativa na vida delas então continue, não desista. Faça o seu melhor, doe o seu melhor. Tenho muito orgulho de ter começado cedo e mais orgulho ainda de está continuando.

Talk que mudou a minha percepção:

Consciência plena | Monja Coen Não conheço a história da monja e fiquei sabendo há pouco tempo que existia uma monja brasileira. A consciência plena que buscamos nas religiões é algo que só iremos conseguir alcançar quando olharmos para dentro. "Todas as insatisfações tem causas que podem ser compreendidas, quando entendemos entramos no Nirvana". A busca do autoconhecimento surgiu de uma insatisfação que tenho e desde então procuro equilibrar a minha vida. Devemos estar sempre no presente, pois o presente é poder.



Pé na terra:

Na boa, para o mundo que eu quero descer! Parece que é alguma pegadinha do universo, quando eu estou bem e em um equilíbrio que me satisfaz, vem uma onda de situações, emoções e pensamentos negativos que desestabilizam qualquer barco que navega nas águas da vida (nossa que profundo!). Chega um certo momento da vida em que você carrega muita bagagem e precisa descarregar algumas coisas para continuar caminhando. Muitas delas são manifestadas na forma de trabalho, sonhos, prioridades... A minha é manifestada na forma de relacionamentos. Não é possível que eu tenha tanto problema em uma parte da minha vida que afeta facilmente as outras! Não só problema de convivência, mas também a minha visão de relacionamento não é algo saudável. Quando criamos expectativas estamos distorcendo a visão do presente e ansiando por uma realidade inventada na nossa cabeça. Isso gera uma série de conflitos internos que transbordam para outras pessoas. Está na hora de nós (eu) aceitarmos a realidade como é e não se cobrar ou cobrar o próximo por algo que ela não possa dar. É triste vivermos em um mundo sem reciprocidade, mas devemos ter claro desde o início o que a pessoa pode ( e está disposta) a compartilhar conosco para evitar qualquer mal entendido pelo caminho.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Dia 10

Tirar uma foto por dia:


Gosto muito desse lugar, é perto de onde eu moro e tem muitas árvores em volta. As vezes quando estou estressado saio para dar uma volta e recarregar as energias. De manhã é o melhor horário, quando o sol começa a se levantar e os pássaros começam a cantar dá uma paz enorme. Realmente tenho muita sorte de morar perto de um lugar desses.

Ouvir pessoas que são apaixonadas:

Essa vai para o maior apaixonado do mundo, Ted Mosby! A personagem da série How I Met Your Mother realmente me impressiona pela ideia de achar que a mulher da sua vida realmente está em algum lugar. Tudo bem, não é baseada em uma história real, mas quantas pessoas tiveram nesse mesmo lugar (inclusive eu) e desistiram, depois voltaram a acreditar e desistiram de novo e ficaram nesse ciclo por muito tempo? Alguma parte de mim acredita que realmente pode haver a mulher da minha vida por aí. Quem sabe? Não podemos negar que quando se trata de amor, Ted Mosby é o cara!

Talk que mudou a minha percepção:

Kathryn Schulz: Don't regret regret  Arrependimento parece ser a palavra que as pessoas mais usam ultimamente. E lidar com esse sentimento lixo não é fácil pra ninguém. Uma vida sem arrependimento seria boa? Sim, mas seria mesmo uma vida? Com todos os altos e baixos ? Será que nossa vida seria bem melhor sem o arrependimento? Particularmente acredito que a vida só se torna realmente boa quando aprendemos a lidar com todos os nossos sentimentos e emoções. Talvez esse seja o caminho da felicidade.


Pé na terra:

Por que não continuar falando de arrependimento né? Sempre tenho a impressão de que minha vida podia ter sido melhor do que está. Não estou sendo mal agradecido (eu acho), no momento estou muito bem, tenho emprego, estou fazendo um novo curso, conhecendo novas pessoas. Mas tem sempre uma voz dentro da minha cabeça dizendo que isso tudo poderia já ter acontecido e que se eu tivesse tomado as decisões corretas, ou simplesmente tomado qualquer decisão estaria mais a frente do que estou agora. Por mais que eu tenha trocado agora de curso eu me arrependo de não ter feito antes. Fiquei tanto tempo perdido que agora não sei se continuo perdido ou se me encontrei.
Uma coisa que estou tentando aceitar é que todo mundo tem seu tempo. Ás vezes uns demoram mais para se formar, sair de casa e conseguir um emprego, mas nem por isso são piores do que outros. Preciso basear minha vida no meu próprio tempo, só assim conseguirei libertar minha mente e focar nas coisas que me importam.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Dia 9 - Ah Não Ser Que,,,

Tirar uma foto por dia:


Ah Brasília! Depois de anos e anos te evitando você me venceu com a sua beleza. Não tem como não se apaixonar por esse céu e pela diversidade de cores que brotam em meio a seca. Essa particularidade faz você ser a cidade preferida dos candangos e impressionar os que vem de fora. Esse é um dos tesouros e encantos de Brasília,

Talk que mudou a minha percepção:

Larry Smith: Why you will fail to have a great career Você começa a ver o talk e pensa: nossa que cara pessimista! Mas conforme vai passando percebe que o pessimista não é ele e sim você que põe dificuldades em seus sonhos e molda escudos para não seguir atrás do que realmente importa. (Traduz-se nessa postagem: Você = eu/ nós) Que cria todo o tipo de dificuldade, diz que não é louco nem muito menos especial para seguir acreditando. Que está tão acostumado a visão que a sociedade joga na sua (minha) cara e simplesmente aceita todo o resto sem perceber que vive em um paradigma. E é por isso que você não vai conseguir uma carreira brilhante ou correr atrás dos seus sonhos. É por isso que daqui a alguns anos quando seus filhos tiverem sonhos vocês (eu) vão matar os sonhos deles e incentivá-los a desistir. Aconteceu com você e vai acontecer com eles e o ciclo vai se repetir. A não ser que...assistam esse talk


Ouvir pessoas que são apaixonadas pelo que fazem:

Paixão é bom né? Nem sempre. Já dizia algum(ns) filosofo(s) de qualquer época que passou: tudo na vida precisa de um equilíbrio. E com a paixão não seria diferente. Vou contar o que rolou. Na aula de hoje muitas pessoas vieram discutir suas ideias sobre o meio ambiente. Você esperava uma discussão tranquila? Eu não. Cada pessoa defende com paixão as suas ideias e ideais sobre a conservação e/ ou preservação do meio ambiente, discursos fervorosos e pregações de ideias como toda boa aula de humanas.Mas, uma coisa que notei foi que durante a discussão as pessoas não estavam abertas para ouvir o discurso do outro e talvez mudar de opinião. Suas paixões fecharam tanto suas visões e seus ouvidos que qualquer ideia que vinha de oposição ou não seguia a mesma linha de raciocínio ia sendo descartada ou repelida de forma raivosa. A questão é que a intensidade como você vive cada sentimento diz muito sobre você e sua visão de mundo. Não adianta defender apaixonadamente uma ideia se você não está aberto a ouvir outras. Em resumo: a paixão é boa, mas se não for utilizada sabiamente ela pode limitar e até cegar o mundo que você enxerga.

Pé na terra:

Sabe quando bate aquele arrependimento de não ter falado algo para aquela pessoa? Pois é, particularmente eu coleciono momentos assim. Não porque eu quero, mas quando estou cara a cara com a pessoa não consigo ter coragem me expressar direito. Mas também tem o oposto, você quer falar algo com a pessoa e ela foge, se acovarda e nunca mais entra em contato com você. De repente numa dessas brincadeiras de Facebook pede para você falar o que acha dela. Mas ao invés de mandar inbox você coloca para todo mundo ver, solta o verbo, diz tudo o que você quer dizer. Justiça? Talvez. Foi certo da sua parte fazer isso? Quem sabe? A questão aqui é, você pode cobrar que uma pessoa venha ter coragem para falar com você, se você não tem coragem para falar com outras pessoas? A resposta não é um simples "sim "ou "não" até porque cada situação é única e deve ser avaliada conforme você acha certo. Para mim, sim eu posso cobrar, pois eu me esforço diariamente para sair dessa zona de conforto da covardia, mas e pra você?

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Dia 8 - Blow Your Mind

Tirar uma foto por dia:



Esse adesivo está na parede do meu quarto. Quando o "trem" aperta dá até uma certa calma olhar para ele e seguir em frente. Sou devoto de São Jorge e filho de Ogum (sim, sou umbandista) uma das características de quem é filho de Ogum é ter coragem e ser guerreiro. Teve um tempo que não me achava assim, porque não tomava a frente para vencer minhas batalhas pessoais e muito menos tinha coragem para começar algo novo (99%  pela timidez). Eu imaginava que tinha que vestir uma armadura e sair dando porrada em todos os meu problemas para poder me sentir merecedor de ser filho de Jorge, mas percebi que quando você encara seus problemas com outro olhar (como parte de você) e aos poucos vai criando coragem para resolvê-los torna os desafios mais palpáveis e a vitória mais constante. Uma das representações dessa imagem é o homem (São Jorge) lutando com seus monstros internos (dragão) é a representação que mais gosto, pois fala exatamente do que somos parte luz e sombra.


Talk que mudou a minha percepção:

Kelly McGonigal: How to make stress your friend Sinceramente, tive que parar, respirar e rever esse talk. Como que alguém em sã consciência fala que o estresse é uma coisa boa? Não consegui acreditar o que ela falou, mas (e aí vem um MAS beem grande) talvez ela tenha razão. Se conseguirmos desconstruir a ideia maliciosa que temos sobre o estresse, poderíamos tirar benefícios tanto psicológicos como fisiológicos das situações que nos tiram do eixo. E não só isso, se conseguíssemos desconstruir todas as emoções e sentimentos negativos não só viveríamos melhor como também as doenças causadas por elas acabariam.


Não sou fã do estresse, pelo contrário já tive situações tão intensas na minha vida que chegou a até cair cabelo! Porém se eu mudar a minha ideia sobre o que é o estresse, será que todos os efeitos negativos no meu corpo sumiriam? Vou testar.

Pé na terra:

Hoje eu experimentei algo chamado resiliência emocional. Todo mundo tem aquela(s) pessoa(s) que ao ver te tira da calma. Sendo assim, ontem eu vi uma foto dessas pessoas que acabam com a minha paciência, mas algo interessante aconteceu. Ao invés de ficar na bad como normalmente faço sendo bombardeado por meus pensamentos negativos, eu deixei o sentimento fluir. No começo senti até uma tristeza, mas depois a minha mente começou a pensar em outra coisa e reproduzir pensamentos positivos, foi tão automático que só fui perceber depois. Criei uma camada para o medo cercado por pensamentos positivos. Isso é muito importante pra mim, pois sou muito suscetível a esse tipo de situação e fazer exercícios para substituir pensamentos ruins por bons realmente funcionam basta ter perseverança. Então se você acha que esse exercício é uma perda de tempo, persista mais um pouco, pois quando você menos esperar faz efeito ;)

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Dia 7 - Novos Caminhos

Tirar uma foto por dia:



A primeira carta do baralho cigano. Essa carta indica novos caminhos a serem trilhados, início de uma jornada. Adoro o início de cada experiência da minha vida. Parece que quando você começa algo, surge energia da onde não tem e te motiva a fazer o melhor e a esperar o melhor de cada coisa que virá.

Ouvir pessoas que são apaixonadas pelo que fazem:

Essa vai para o professor Phellipe de Sociedade e Natureza na FUP (faculdade de Planaltina). Percebi que meu novo curso é um encontro de pessoas que estão na sua segunda graduação, largaram um curso para fazer outro ou então foi a segunda opção que apareceu. A primeira vista pode parecer um lugar de gente perdida, mas na verdade acho que é um lugar onde as pessoas estão para se encontrar (internamente). E onde o professor se encaixa? Ele, como alguns outros professores com quem já tive contato, também não se encaixou de primeira em sua graduação e acabou fazendo mestrado e doutorado em cursos distintos do original. Ele também se sentiu perdido como a gente se sente, mas mesmo não tendo certeza ele foi explorando novas paixões e hoje ele dá aula com um brilho no olhar de quem é apaixonado pelo que faz. Então sendo assim mesmo que estejamos perdidos, buscar novos interesses e desenvolver uma paixão pode ser a resposta.


Talk que mudou a minha percepção:

Emma Marris: Nature is everywhere -- we just need to learn to see it Esse talk é belíssimo! A natureza realmente está em todo lugar. Depois que você para pra perceber um pouco mais as coisas a sua volta você começa a perceber uma certa sincronia. Eu sou adepto da Teoria de Gaya, onde a Terra é um organismo vivo e pulsante. Acredito que tudo pode se mover em perfeito equilíbrio e quando a gente aprende a enxergar, podemos aproveitar esse equilíbrio a favor da nossa vida.

Pé na terra:

Cada dia percebo que a função desse exercício não é só botar o pé na terra e entrar em contato com a natureza, mas sim trazer a minha vida para o presente momento. Começo a perceber a origem de pensamentos negativos e de hábitos que há muito tempo tenho e vejo que tenho as ferramentas necessárias para essa transformação de pensamentos. Claro que é normal deixar passar uma coisa ou outra, até porque estou em processo de aprendizagem desse novo exercício, mas posso garantir que com certeza já evitei alguns problemas futuros modificando os pensamentos do presente :)

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Dia 6 - A Força da Amizade

Tirar uma foto por dia:



Essa vai em homenagem a eles, tanto os que estão na foto quanto os fora delas. Eu tenho uma felicidade imensa de ter bastantes amigos. Lógico que a definição de amigos varia de pessoa a pessoa, a minha é se conectar com alguém por ter um gosto particular ou pela gentileza demonstrada, até mesmo pela aleatoriedade da vida de encontrar em lugares que eu nem esperava. Amigos, são aqueles que podemos contar em determinadas ou em qualquer situação. Claro que tenho diferentes intensidades pelos meus amigos, mas cada um deles está guardado no meu coração. Se eu te considero um amigo, saiba que é porque eu vejo algo de muito especial em você e tenho muita vontade de que você potencialize essa qualidade.

Ouvir pessoas que são apaixonadas pelo que fazem:

Dessa vez vou falar da minha paixão. Sou apaixonado pelos meus amigos. O fato de poder sair e estar com eles, nas particularidades da vida, me faz um bem danado. Não gosto de passar meu dia sozinho ou fazer as coisas sozinho. Quando estou acompanhado sinto que estou partilhando o momento com as pessoas e estou recebendo também. Nas loucuras e nas desavenças da minha vida, quem me segura são eles e estar com cada um faz me sentir especial.


Talk que mudou a minha percepção:

Brené Brown: The power of vulnerability Para tudo! Se esse talk não tocar a sua alma, então você precisa começar a rever os seus conceitos. Estar vulnerável é a forma mais improvável que já pensei para resolver meus problemas. Não gosto de me sentir vulnerável e nem tampouco da ideia de me mostrar dessa forma para outras pessoas, mas não posso deixar de admitir que pode ser uma forma interessante de lidar comigo. O primeiro passo antes de aceitar as oportunidades que aparecem é aceitar quem você e isso significa se aceitar vulnerável. Não somos perfeitos e precisamos acabar com essa ideia de que não precisamos das outras pessoas para nos sentirmos felizes e realizados.

Pé na terra:

Hoje não foi bem pé na terra, mas pé no chão de casa. Aqui em casa não temos o costume de tirar os sapatos quando entramos ou para andar dentro dos cômodos. Então, acreditem se quiser, são poucas as possibilidades que tenho para sentir realmente o chão da minha casa. A grande questão hoje, foi pensar exatamente sobre a minha vulnerabilidade e no ocorrido ao longo do dia. Percebi que realmente sou muito sortudo por ter pessoas muito boas em minha vida e de poder partilhar momentos especiais com elas. Também percebi que devido a minha criação e a sociedade em que vivo (nós vivemos), a emoção nunca foi tratada como uma prioridade. Sentir é um verbo a ser evitado, mas como Brené disse no talk, a partir do momento em que paramos de sentir as emoções negativas, também paramos de sentir as positivas. E muitas das reclamações do dia são porque não damos a devida vazão aos sentimentos e acabamos despejando em pessoas que não tem nada a ver com a história e que não passaram o dia da forma como passamos. Esperamos que elas tenham as respostas para os nossos problemas diários, mas ao mesmo tempo não aceitamos sugestões pois a primeira coisa que pensamos é: " Ele (a) não sabe o que diz, não passou pelo mesmo que eu passei" Claro que não passaram! Não é assim que vamos nos comunicar com as outras pessoas, não é assim que vamos mudar nossa forma de perceber os outros se não conseguimos perceber nem nós mesmos.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Dia 5 - Passinhos de Bebê

Tirar uma foto por dia:



Na vida a construção emocional se dá por etapas e cada etapa tem um período para acontecer. Por mais que seja da minha vontade, não posso acelerar minhas percepções e mudar da noite pro dia algo que eu cultivo a toda uma vida. Então tenho que seguir firme e com paciência. Como uma pessoa muito querida me disse uma vez: " Vamos dar passinhos de bebê".

Ouvir pessoas que são apaixonadas pelo que fazem:

Hoje finalmente conheci os veteranos do novo curso que ingressei na UnB. E depois de tudo que ouvi, esse espaço vai diretamente para eles. Claro que existem pessoas e pessoas, mas todos estão muito animados e apaixonados por esse curso. Mesmo com a dificuldade da distância do campus, as pessoas com que conversei e tive a oportunidade de ouvir tinha "aquele brilho no olhar"


Talk que mudou a minha percepção:

Ken Robinson: Do schools kill creativity? Provavelmente o talk mais famoso do TED, eu já assisti muitas vezes e sempre me surpreendo toda vez que assisto, sem dúvida é o meu talk favorito. Se queremos mudar a forma como encaramos o mundo, precisamos mudar a forma como as escolas lidam com as questões mais "etéreas" do ser humano. Até quando seremos máquinas de decorar para passar em universidades ou simplesmente para cumprir uma demanda que pouco será usada na vida?

Pé na terra:

Hoje identifiquei duas situações muito presentes na minha vida: a criação de muitas expectativas e o descontrole dos meus pensamentos. Ambos são dados pela mesma forma, a ausência no presente e a presença no futuro. Fico tão preocupado que na minha cabeça não cabe mais nada além de situações hipotéticas que podem nunca acontecer ou que de tanto eu pensar, acaba acontecendo (lei do carma, você é uma vadia!). Preciso colocar minha energia e meu foco no presente, porém para quem está acostumado a viver lá na frente é uma tarefa extremamente difícil. Meu conselhos, se é que vai funcionar, é respirar fundo e tentar prestar atenção nos sons em volta ( claro que você não vai fazer isso em um lugar muito agitado ou tocando um forrozão). Acho que repetindo esse exercício sem ficar se cobrando por resultados podemos conseguir vivenciar mais o presente. Vamos dar passinhos de bebê e quem sabe a gente não chega aonde queremos?

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Dia 4 - Nas Nuvens

Tirar uma foto por dia:



Nunca antes na história dessa vida teve uma foto que represente tanto a minha mente! Quem me conhece sabe que eu sou meio desligado e perco o foco fácil. Muitas vezes nem é por mal, na verdade nenhuma delas é, mas quando a mente voa longe fica difícil de parar. De certo modo é um benefício pra mim, pois eu tenho grande criatividade e me permite ver problemas e soluções fora da "caixinha". Por outro, focar em uma tarefa ou estar 100% presente em uma conversa é algo sempre muito difícil. Então uma dica para quem conhece uma pessoa assim: traga ela pacientemente de volta para a realidade e não adianta ficar bravo, pois isso só vai fazer com que a pessoa saia voando nas nuvens.

Talk que mudou a minha percepção e Ouvir pessoas que são apaixonadas pelo que fazem:

Eu podia ter juntado esses temas em quase todas as postagens, até porque todas elas tem uma coisa em comum: O olhar! Se vocês perceberem bem nos talks vocês verão que todos tem o mesmo brilho no olhar ao falar de temas que elas realmente gostam. Não tem nada mais apaixonante que perceber o olhar de um apaixonado, isso me contagia na hora.

Celeste Headlee: 10 ways to have a better conversation esqueça as formas que você sobre ter uma melhor conversa com alguém, quanto mais você demonstra que está prestando atenção, menos você está. É necessário estar  presente na conversa e estar aberto a novos aprendizados que as pessoas tem a oferecer.

Pé na terra:

Ainda sobre estar aberto a novos aprendizados, hoje eu percebi durante a realização desse exercício que não estamos nos conectando uns com outros. Temos tando medo de nos expor para alguém, que evitamos o contato com pessoas próximas, ou então estragamos nossos relacionamentos por medo da pessoa nos julgar por todas as ações que fazemos. Isso tem me atingido bastante ultimamente, pois meu último relacionamento teve como uma das principais causas de término esse medo que ela tinha de se conectar inteiramente comigo. Somos tão julgados pelos outros que temos medo de nos expor para as pessoas que gostam de nós.

Coincidentemente, hoje em uma palestra sobre autocura, esse tema caiu como uma luva. A Partir do momento que a gente não se conecta com o outro, o nosso papel na sociedade se desfaz. Estamos aqui para trocar experiências e crescer juntos e não nos trancar dentro de casa e ver o mundo por uma tela de LED.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Dia 3 - Construindo Caminho com os Obstáculos da Vida

Tirar uma foto por dia:



Acho que to ficando bom em fazer fotos conceituais, só acho. Ultimamente estou me esforçando para ter um bom autoconhecimento. Depois que eu investi tempo e esforço para emagrecer e mudar meu corpo, comecei a me sentir incomodado com as coisas que eu penso e algumas atitudes que tenho diante dos problemas. Esse desafio é um projeto pessoal que está fazendo com que eu tenha mais consciência das coisa que falo e de como me expresso, até porque preparar essas postagens para vocês é um trabalho que tenho que dura o dia todo, pois conforme vou vivenciando vou escrevendo. O interessante dessa foto é que as famosas "pedras no caminho" podem ser utilizadas de diferentes maneiras. Podemos desviar delas como um obstáculo, podemos usá-las como parte dos nossos problemas e tacar em alguém ou fazer com que outras pessoas as carreguem como se não fossem de nossa responsabilidade. Ou podemos juntá-las e usá-las para preencher as nossas lacunas e construir as bases das nossas experiências. Então o título dessa foto é: Construída por Obstáculos e mostra de forma figurativa o que quero fazer com as pedras figurativas da minha vida.

Talk que mudou a minha percepção:

Carl Honoré: In praise of slowness 
Tire um tempo para ver esse vídeo, respire fundo e se pergunte: Será que minha vida anda muito acelerada? Já adianto que a resposta vai ser: SIM! A vida de todo mundo está muito acelerada. Estamos tão no automático que esquecemos de parar para pensar se realmente estamos felizes com a vida que levamos. Não tinha percebido que a nossa visão de tempo é linear e como o Carl fala no talk, colocamos uma linha de chegada e estabelecemos uma corrida contra o tempo para alcançar essa linha o mais rápido possível, mas a verdade é que nunca alcançamos, pois sempre postergamos mais e mais o final para dar conta de fazer tudo o que nos comprometemos a fazer.

Admito que a primeira vez que vi esse talk eu fiquei incomodado, pois ele tem quase 20 minutos, mas isso serviu como um alerta pra mim para que eu pudesse prestar atenção no que ele falava e ver como minha vida anda estressada e agitada. Recomendo que todos assistam até o final e tirem suas conclusões sobre se estamos gastando o nosso tempo com a qualidade devida. 


Ouvir pessoas que são apaixonadas pelo que fazem:

Essa vai para os apaixonados da vida. Mário Sérgio Cortella | Se você não existisse, que falta faria?  Apesar de ser uma palestra grande e que, sinceramente, podia ser um pouco mais resumida, ela traz grandes verdades. Não podemos viver uma vida morna, medíocre e sem estar atento para as coisas a nossa volta. Isso me fez refletir, pois eu sempre me preocupo com o que eu vou deixar para o mundo. Qual impacto vou causar e se em alguém momento alguém vai sentir a minha falta. Antigamente eu pensava nisso, mas de um jeito meio mórbido. Hoje eu penso nisso, mas com uma certa responsabilidade, pois eu decidi recentemente que quero impactar a vida das pessoas, e mais recentemente ainda decidi que quero impactar de forma positiva. Não só marcar alguém por ser importante na vida dela , mas ser importante por ajudar ela a seguir em frente e a evoluir junto comigo. Então hoje eu tenho certeza que minha vida não é morna :)

Pé na terra:

Cada dia estou vendo o quanto é importante fazer esse exercício. Hoje eu estava no começo de uma crise de ansiedade (ultimamente estou tendo muitas) e a primeira coisa que veio na cabeça foi colocar o pé na terra. Geralmente quando eu tenho uma crise dessas eu fico inutilizado pelo resto do dia e essa uma hora que tirei para entrar em contato com a natureza e pensar sobre a minha vida fez com que eu voltasse aos eixos.

Nossas vidas são cheias de altos e baixos e ter uma válvula de escape ou algo que te faça voltar a pensar normalmente e com mais clareza faz bem para o corpo e o espírito. Não que tivesse milagrosamente me curado da ansiedade até porque como estava no inicio e foi mais fácil de voltar, pois se eu já estivesse um pouco mais avançado, com certeza não conseguiria sair de casa nem para comprar pão.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Dia 2 - Aterrando as Energias

Tirar uma foto por dia:


Ainda na pegada conceitual, essa foto retratou bem o meu dia. Hoje comecei uma nova jornada. Mudei para o curso de Gestão Ambiental na UnB. Muitos podem ver como um novo começo, mas as vezes vejo como uma certa perda de tempo. Pois fiquei muito tempo na Engenharia Ambiental e depois de muito nadar contra a corrente resolvi trocar de curso. Por um lado é bom, pois agora tenho mais experiência para seguir, mas por outro tenho a dúvida se é o que eu quero seguir como carreira. Então fica a pergunta: É um copo meio cheio?

Talk que mudou a minha percepção:

Guy Winch: Why we all need to practice emotional first aid Na boa, que talk! Por que dar tanta importância para a saúde física e não dar a mesma para a saúde emocional? A higiene mental é muito importante e nos faz prevenir são só crises de depressão ou ansiedade (como eu tenho). Como também fazer com que as pessoas entendam que não é só porque está na mente que não existe. Recomendo muito ver esse vídeo.

Cortar o açúcar pela metade: 

To começando a perceber que é bem difícil reduzir esse diacho. Principalmente quando você come na rua e na pressa para ir pra aula. Mas como diz aquele ditado: fé no pai que o açúcar cai!


Ouvir pessoas que são apaixonadas pelo que fazem:

O que leva uma pessoa a atravessar um dos mares mais perigosos do mundo? Só paixão e disciplina mesmo para ter essa meta e trabalhar duro para conseguir. Diana Nyad: Never, ever give up Aqui mostra a paixão de uma forma diferente, ela vem em forma de disciplina e na conquistas do objetivo. Manter-se focado e trabalhar duro também é uma forma de demonstrar paixão e faz com que seus objetivos fiquem claros como a água.

Pé na terra:

Como caboclo Flecha Azul me falou numa gira de Segunda Feira ( sim, sou umbandista), "Está na hora de aterrar as suas energias para seguir o caminho com mais segurança". E não é que ele tem razão! Sou uma pessoa que se desliga facilmente e sai por aí criando mundos na minha cabeça ( muitos falam que isso acontece porque sou pisciano, mas não sei se isso é verdade). Muitas vezes é uma tentativa de fuga da realidade ou por simples tédio mesmo. Então colocar o pé na terra serve principalmente para me aterrar e perceber que é esse mundo que estou vivendo e é aqui que devo tomar as minhas decisões. Agora é começo de outra jornada e vai depender de mim se vou querer chegar direto no ponto de partida ou se vou aproveitar a caminhada.

domingo, 7 de agosto de 2016

Dia 1 - Meu Lugar na Natureza

Tirar uma foto por dia:


Acho que essa foto representa bem tanto o título quando o meu dia de hoje. Apesar dessa seca do cerrado, aos olhos de quem está acostumado é de uma beleza enorme. A força que tem cada uma dessas plantas para sobreviver em quase 6 meses de seca impressiona qualquer um!

Cortar o açúcar pela metade: 

Na verdade não me desafiei por problema de saúde até porque meu peso está em um nível satisfatório pra mim e não tenho propensão para diabetes, mas porque eu acabo comendo muita porcaria durante a semana que mal percebo. Estou tentando buscar uma qualidade alimentar maior, pois sou vegetariano e preciso cuidar para estar com a alimentação sempre equilibrada. E como gosto bastante de doces, bolos e afins decidir dar uma diminuída.

Talk que mudou a minha percepção:

Judson Brewer: A simple way to break a bad habit Esse talk fez um boom na forma de encarar as coisas que não tenho muita paciência de fazer. Tentei diversas vezes quebrar maus hábitos, mas foi sempre uma perda enorme de energia acompanhado com um vazio e uma boa dose de culpa por não ter conseguido sucesso. Mas nunca pensei em adicionar a curiosidade como uma forma de melhorar algo dentro de mim. Algo que vale tentar como um exercício diário sem ter o peso de impor algo para você fazer.

Ouvir pessoas que são apaixonadas pelo que fazem:

A ideia aqui é básica, mas bastante inspiradora. Quando você houve ou vê uma palestra de alguém que é apaixonado pelo que faz, você se sente inspirado a procurar algo apaixonante. Já ouviram alguém que era apaixonado por algo ou alguém que falava com tanto detalhe e cada detalhe é de extrema importância para ela? Minha reação é sempre uma: Nossa! Um dia vou encontrar algo apaixonante assim. E para não perder as esperanças de fazer algo que eu realmente gosto resolvi me desafiar a trazer a paixão para a minha vida. 
Tshering Tobgay: This country isn't just carbon neutral -- it's carbon negative mostra alguém que é apaixonado, mas não só pela vida, mas pelo seu país! Dá pra ver a alegria no rosto dele quando fala de Butão e sinceramente depois dessa palestra me deu muita vontade de conhecer o lugar.

Pé na terra:

Me desafiei a ficar o tempo que eu puder com os pés descalços na terra. Para que eu pudesse sentir uma conexão com a natureza e voltar a me importar com ela.
Há um tempo atrás eu plantava árvores aqui perto de casa, mas como sempre arrancavam eu desisti do projeto porque não conseguia fazer com que as pessoas entendessem a importância de plantar e recuperar uma área degradada. Acabei assim, me afastando um pouco da terra.
Hoje percebi que estava muito incomodado por sentar embaixo de uma árvore e curtir um pouco o vento batendo nas folhas. Não que alguém estivesse me julgando, mas estava incomodado porque não queria perturbar o equilíbrio da natureza. Estava me sentindo deslocado, como se eu tivesse começado algo e tivesse vergonha por estar lá e não ter terminado. Mas com o passar do tempo comecei a perceber o silêncio do lugar e como ele integrava cada parte daquele pequeno ecossistema. Como o vento fazia as folhas balançarem, como os pássaros buscavam o alimento e como aquilo mesmo que mexido e remexido pelo ser humano alcançava um certo equilíbrio. E então comecei a me sentir parte daquilo, lembrei o porque eu escolhi atuar na área do meio ambiente e porque eu estava lá. Eu gosto de observar o equilíbrio dinâmico das coisas, como cada elemento tem seu tempo para se desenvolver e como eles vão se complementando. E como mostra na foto um banco embaixo da árvore, acredito que aquele é o meu lugar na natureza.

30 Dias - O Desafio




"Existe algo que você sempre pensou em fazer, quis fazer, mas simplesmente... não fez? " É assim que começa o resumo do TED Talk do Matt Cutts: Experimente algo novo por 30 dias e minha resposta não podia ser outra: Sim, eu sei! Sei mesmo! É algo que me incomoda profundamente, querer fazer algo e não fazer simplesmente porque deu medo ou porque as pessoas vão achar estranho. Passei quase que toda a minha vida com medo de fazer algo que eu queria muito ou tinha curiosidade pelo fato das pessoas julgarem. Quer saber? Hoje resolvi chutar o balde!

Resolvi começar esse desafio e ver no que vai dar, afinal de contas como diz aquela frase clichê " A vida é uma só". Mas vou tentar não ser tão clichê aqui. Afinal de contas foi para registrar que comecei com esse blog. Vou tentar viver o presente e fazer valer meus 30 dias de desafio. Se você tiver interesse, convido você a ler esses relatos. Quem sabe você também tente fazer esses desafios?

Meus desafio serão esses e postarei em tópicos durante os dias que durar




"Mas quem é tu desgraça?! " Que maus modos os meus! Meu nome é Matheus Figueiredo ( lógico que tem mais sobrenome do que isso, mas fico com preguiça de escrever), atualmente tenho 22 anos, sou apaixonado por palestras TED e pela filosofia dessa fucking empresa! Gosto tanto que fui um dos organizadores o 1º TEDx UniversidadedeBrasília e faço parte da organização do 1º TEDx Brasília. Recentemente mudei meu curso de Engenharia Ambiental para Gestão Ambiental na UnB. Já co-fundei uma empresa de aula de teatro e produção cultural que é outra paixão que tenho. Tento integrar nessa minha vida bagunçada o empreendedorismo, meio ambiente e a cultura para ver no que dá lá na frente.

"E as postagens?" Pretendo postar sobre cada dia depois das 22h para pegar todas as impressões do meu dia e colocar de forma direta aqui para vocês.

Então sejam bem vindos e aproveitem um pouco da minha experiência. Estou feliz de ter vocês por aqui :)