Tirar uma foto por dia:
Acho que essa foto representa bem tanto o título quando o meu dia de hoje. Apesar dessa seca do cerrado, aos olhos de quem está acostumado é de uma beleza enorme. A força que tem cada uma dessas plantas para sobreviver em quase 6 meses de seca impressiona qualquer um!
Cortar o açúcar pela metade:
Na verdade não me desafiei por problema de saúde até porque meu peso está em um nível satisfatório pra mim e não tenho propensão para diabetes, mas porque eu acabo comendo muita porcaria durante a semana que mal percebo. Estou tentando buscar uma qualidade alimentar maior, pois sou vegetariano e preciso cuidar para estar com a alimentação sempre equilibrada. E como gosto bastante de doces, bolos e afins decidir dar uma diminuída.
Talk que mudou a minha percepção:
Judson Brewer: A simple way to break a bad habit Esse talk fez um boom na forma de encarar as coisas que não tenho muita paciência de fazer. Tentei diversas vezes quebrar maus hábitos, mas foi sempre uma perda enorme de energia acompanhado com um vazio e uma boa dose de culpa por não ter conseguido sucesso. Mas nunca pensei em adicionar a curiosidade como uma forma de melhorar algo dentro de mim. Algo que vale tentar como um exercício diário sem ter o peso de impor algo para você fazer.
Ouvir pessoas que são apaixonadas pelo que fazem:
A ideia aqui é básica, mas bastante inspiradora. Quando você houve ou vê uma palestra de alguém que é apaixonado pelo que faz, você se sente inspirado a procurar algo apaixonante. Já ouviram alguém que era apaixonado por algo ou alguém que falava com tanto detalhe e cada detalhe é de extrema importância para ela? Minha reação é sempre uma: Nossa! Um dia vou encontrar algo apaixonante assim. E para não perder as esperanças de fazer algo que eu realmente gosto resolvi me desafiar a trazer a paixão para a minha vida.
Tshering Tobgay: This country isn't just carbon neutral -- it's carbon negative mostra alguém que é apaixonado, mas não só pela vida, mas pelo seu país! Dá pra ver a alegria no rosto dele quando fala de Butão e sinceramente depois dessa palestra me deu muita vontade de conhecer o lugar.
Pé na terra:
Me desafiei a ficar o tempo que eu puder com os pés descalços na terra. Para que eu pudesse sentir uma conexão com a natureza e voltar a me importar com ela.
Há um tempo atrás eu plantava árvores aqui perto de casa, mas como sempre arrancavam eu desisti do projeto porque não conseguia fazer com que as pessoas entendessem a importância de plantar e recuperar uma área degradada. Acabei assim, me afastando um pouco da terra.
Hoje percebi que estava muito incomodado por sentar embaixo de uma árvore e curtir um pouco o vento batendo nas folhas. Não que alguém estivesse me julgando, mas estava incomodado porque não queria perturbar o equilíbrio da natureza. Estava me sentindo deslocado, como se eu tivesse começado algo e tivesse vergonha por estar lá e não ter terminado. Mas com o passar do tempo comecei a perceber o silêncio do lugar e como ele integrava cada parte daquele pequeno ecossistema. Como o vento fazia as folhas balançarem, como os pássaros buscavam o alimento e como aquilo mesmo que mexido e remexido pelo ser humano alcançava um certo equilíbrio. E então comecei a me sentir parte daquilo, lembrei o porque eu escolhi atuar na área do meio ambiente e porque eu estava lá. Eu gosto de observar o equilíbrio dinâmico das coisas, como cada elemento tem seu tempo para se desenvolver e como eles vão se complementando. E como mostra na foto um banco embaixo da árvore, acredito que aquele é o meu lugar na natureza.

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