sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Dia 6 - A Força da Amizade

Tirar uma foto por dia:



Essa vai em homenagem a eles, tanto os que estão na foto quanto os fora delas. Eu tenho uma felicidade imensa de ter bastantes amigos. Lógico que a definição de amigos varia de pessoa a pessoa, a minha é se conectar com alguém por ter um gosto particular ou pela gentileza demonstrada, até mesmo pela aleatoriedade da vida de encontrar em lugares que eu nem esperava. Amigos, são aqueles que podemos contar em determinadas ou em qualquer situação. Claro que tenho diferentes intensidades pelos meus amigos, mas cada um deles está guardado no meu coração. Se eu te considero um amigo, saiba que é porque eu vejo algo de muito especial em você e tenho muita vontade de que você potencialize essa qualidade.

Ouvir pessoas que são apaixonadas pelo que fazem:

Dessa vez vou falar da minha paixão. Sou apaixonado pelos meus amigos. O fato de poder sair e estar com eles, nas particularidades da vida, me faz um bem danado. Não gosto de passar meu dia sozinho ou fazer as coisas sozinho. Quando estou acompanhado sinto que estou partilhando o momento com as pessoas e estou recebendo também. Nas loucuras e nas desavenças da minha vida, quem me segura são eles e estar com cada um faz me sentir especial.


Talk que mudou a minha percepção:

Brené Brown: The power of vulnerability Para tudo! Se esse talk não tocar a sua alma, então você precisa começar a rever os seus conceitos. Estar vulnerável é a forma mais improvável que já pensei para resolver meus problemas. Não gosto de me sentir vulnerável e nem tampouco da ideia de me mostrar dessa forma para outras pessoas, mas não posso deixar de admitir que pode ser uma forma interessante de lidar comigo. O primeiro passo antes de aceitar as oportunidades que aparecem é aceitar quem você e isso significa se aceitar vulnerável. Não somos perfeitos e precisamos acabar com essa ideia de que não precisamos das outras pessoas para nos sentirmos felizes e realizados.

Pé na terra:

Hoje não foi bem pé na terra, mas pé no chão de casa. Aqui em casa não temos o costume de tirar os sapatos quando entramos ou para andar dentro dos cômodos. Então, acreditem se quiser, são poucas as possibilidades que tenho para sentir realmente o chão da minha casa. A grande questão hoje, foi pensar exatamente sobre a minha vulnerabilidade e no ocorrido ao longo do dia. Percebi que realmente sou muito sortudo por ter pessoas muito boas em minha vida e de poder partilhar momentos especiais com elas. Também percebi que devido a minha criação e a sociedade em que vivo (nós vivemos), a emoção nunca foi tratada como uma prioridade. Sentir é um verbo a ser evitado, mas como Brené disse no talk, a partir do momento em que paramos de sentir as emoções negativas, também paramos de sentir as positivas. E muitas das reclamações do dia são porque não damos a devida vazão aos sentimentos e acabamos despejando em pessoas que não tem nada a ver com a história e que não passaram o dia da forma como passamos. Esperamos que elas tenham as respostas para os nossos problemas diários, mas ao mesmo tempo não aceitamos sugestões pois a primeira coisa que pensamos é: " Ele (a) não sabe o que diz, não passou pelo mesmo que eu passei" Claro que não passaram! Não é assim que vamos nos comunicar com as outras pessoas, não é assim que vamos mudar nossa forma de perceber os outros se não conseguimos perceber nem nós mesmos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário