Tirar uma foto por dia:
Ah Brasília! Depois de anos e anos te evitando você me venceu com a sua beleza. Não tem como não se apaixonar por esse céu e pela diversidade de cores que brotam em meio a seca. Essa particularidade faz você ser a cidade preferida dos candangos e impressionar os que vem de fora. Esse é um dos tesouros e encantos de Brasília,
Larry Smith: Why you will fail to have a great career Você começa a ver o talk e pensa: nossa que cara pessimista! Mas conforme vai passando percebe que o pessimista não é ele e sim você que põe dificuldades em seus sonhos e molda escudos para não seguir atrás do que realmente importa. (Traduz-se nessa postagem: Você = eu/ nós) Que cria todo o tipo de dificuldade, diz que não é louco nem muito menos especial para seguir acreditando. Que está tão acostumado a visão que a sociedade joga na sua (minha) cara e simplesmente aceita todo o resto sem perceber que vive em um paradigma. E é por isso que você não vai conseguir uma carreira brilhante ou correr atrás dos seus sonhos. É por isso que daqui a alguns anos quando seus filhos tiverem sonhos vocês (eu) vão matar os sonhos deles e incentivá-los a desistir. Aconteceu com você e vai acontecer com eles e o ciclo vai se repetir. A não ser que...assistam esse talk
Ouvir pessoas que são apaixonadas pelo que fazem:
Paixão é bom né? Nem sempre. Já dizia algum(ns) filosofo(s) de qualquer época que passou: tudo na vida precisa de um equilíbrio. E com a paixão não seria diferente. Vou contar o que rolou. Na aula de hoje muitas pessoas vieram discutir suas ideias sobre o meio ambiente. Você esperava uma discussão tranquila? Eu não. Cada pessoa defende com paixão as suas ideias e ideais sobre a conservação e/ ou preservação do meio ambiente, discursos fervorosos e pregações de ideias como toda boa aula de humanas.Mas, uma coisa que notei foi que durante a discussão as pessoas não estavam abertas para ouvir o discurso do outro e talvez mudar de opinião. Suas paixões fecharam tanto suas visões e seus ouvidos que qualquer ideia que vinha de oposição ou não seguia a mesma linha de raciocínio ia sendo descartada ou repelida de forma raivosa. A questão é que a intensidade como você vive cada sentimento diz muito sobre você e sua visão de mundo. Não adianta defender apaixonadamente uma ideia se você não está aberto a ouvir outras. Em resumo: a paixão é boa, mas se não for utilizada sabiamente ela pode limitar e até cegar o mundo que você enxerga.
Pé na terra:
Sabe quando bate aquele arrependimento de não ter falado algo para aquela pessoa? Pois é, particularmente eu coleciono momentos assim. Não porque eu quero, mas quando estou cara a cara com a pessoa não consigo ter coragem me expressar direito. Mas também tem o oposto, você quer falar algo com a pessoa e ela foge, se acovarda e nunca mais entra em contato com você. De repente numa dessas brincadeiras de Facebook pede para você falar o que acha dela. Mas ao invés de mandar inbox você coloca para todo mundo ver, solta o verbo, diz tudo o que você quer dizer. Justiça? Talvez. Foi certo da sua parte fazer isso? Quem sabe? A questão aqui é, você pode cobrar que uma pessoa venha ter coragem para falar com você, se você não tem coragem para falar com outras pessoas? A resposta não é um simples "sim "ou "não" até porque cada situação é única e deve ser avaliada conforme você acha certo. Para mim, sim eu posso cobrar, pois eu me esforço diariamente para sair dessa zona de conforto da covardia, mas e pra você?

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