sábado, 22 de julho de 2017

Eu nunca estou transtornado pela razão que imagino.

"Eu nunca estou transtornado pela razão que imagino. 1. Essa ideia, como a precedente, pode ser usada com qualquer pessoa, situação ou evento que no teu pensamento esteja te causando dor. Aplica-a especificamente a qualquer coisa que acredites ser a causa do teu transtorno, usando para a descrição do sentimento quaisquer termos que te parecerem exatos. O transtorno pode parecer ser medo, preocupação, depressão, ansiedade, raiva, ódio, ciúme ou inúmeras outras formas, das quais todas serão percebidas como diferentes. Isso não é verdadeiro. Aplicar a mesma ideia a cada uma delas separadamente é o primeiro passo para reconheceres que, em última instância, todas são a mesma. 2. Ao usares a ideia de hoje para algo que percebes como a causa específica de qualquer forma de transtorno, usa tanto o nome da forma na qual vês o transtorno quanto a causa a que tu o atribuis. Por exemplo:
Não estou com raiva de __ pela razão que imagino.
Não estou com medo de __ pela razão que imagino.

3. Todavia, mais uma vez, isso não deve substituir os períodos de prática em que primeiro procuras na tua mente as “fontes” do transtorno no qual acreditas e as formas do transtorno que pensas resultarem delas. 4. Nestes exercícios, mais do que nos precedentes, podes achar difícil ser indiscriminado e evitar dar a alguns sujeitos maior peso do que a outros. Talvez ajude, se precederes os exercícios com a declaração:
Não há pequenos transtornos. Todos eles perturbam do mesmo modo a paz da minha mente".

Essa lição demorou o dia todo e realmente parece que vai ficando mais difícil. Colocar  todos os problemas no mesmo patamar de importância não  foi difícil, pois em vários  momentos a importância de cada um varia imensamente.  Então  decidi fazer uma lista do que incomoda e a razão pela qual me incomoda. Quanto mais fui colocando mais descobri coisas do passado que me incomodam e na tentativa de buscar a fundo uma única razão  não  consegui  encontrar. Ao contrário do que diz no exercício não  foi o ego que se sobrepoz,  mas a culpa que carrego por cada coisa que me chateia. E não vejo a externalidade ou a separação de Deus como o problema,  mas a culpa que carrego e não  consigo desvincular.  Mas a lição serviu de grande importância para aceitar cada vez mais que cada coisa que me chateia não tem significado intrínseco e sim um significado que coloco. Apesar de ainda não saber como mudar esse significado. Dá mesma forma que me lembrou que não sou vítima e sim responsável pelo que cultivo

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